domingo, 24 de março de 2013

HISTÓRIA DO BRASIL

A IMPOTÊNCIA DE DOM PEDRO I

A devassidão de dom Pedro I já é bem conhecida e registrada. Sabe-se que ele teve pelo menos 17 amantes, entre elas “a favorita”, Domitila de Castro, a marquesa de Santos, e até mesmo a irmã dela, Maria Benedita, a baronesa de Sorocaba. Tanto vigor sexual rendeu ao nosso primeiro imperador alguns incômodos problemas de saúde. Ele próprio fala sobre as doenças de sua “coisa” numa carta à marquesa em novembro de 1827:

“Para veres a esquisitice de tua coisa, remeto a camisa, e onde vai pregado um alfinete verás o que deitei espremendo às seis horas, e mais acima o que espremi depois, que já não é nada. Creio pelo dia adiante ela se portará como ontem; não tem nada que nos impossibilite de fazermos amor, não importa que tempo e cautela a há de pôr boa e serei".

Menos conhecido é o fato de que esse apetite sexual frequentemente dava lugar a falhas da tal “coisa”. Na mesma carta acima, dom Pedro se queixa à marquesa de que sua máquina triforme, para tornar a atinar, custa diabos”. No segundo casamento do imperador, com Amélia de Beauharnais, princesa da Baviera, as falhas se tornaram mais frequentes. Em 1830, numa carta a um amigo, o imperador confessa que até para pôr assim ... já não é pouco dificultoso”. No lugar das reticências, a carta registra o desenho de um pênis ereto.

Fonte:
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil – Leandro Narloch.
Charges:
Tuba - caricatura de Dom I premiada no XVI Salão Carioca de Humor.
O Pasquim.

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