quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

ECOTURISMO:

GRUTA DOS PINGOS
Localiza-se a cerca de 14 quilômetros do centro da cidade do Assu na comunidade Pingos. É uma caverna com aproximadamente 22 metros de largura por 08 metros de altura. Possui duas cavidades: uma que dá condição de penetrar, por aproximadamente 50 metros (sem a ajuda de equipamentos), onde se pode observar a passagem de um pequeno riacho. A outra é a que dá nome a gruta, ou seja, o teto pinga incessantemente de seca a inverno.
A área é de difícil acesso. As visitas necessitam de guias, em virtude da existência de despenhadeiros próximos a entrada. Existem ainda abelhas, morcegos, diversos tipos de insetos e animais de pequenos portes que necessitam de preservação para assegurarem o ecossistema da gruta e da compacta mata de caatinga.

TROVA ASSUENSE

POBREZA

PO
breza, mísera peça,
Soluços, prantos, ruína;
Té a palavra começa,
Por onde tudo termina.

Autor: Luís de Macedo Filho
Fonte: Assú - Atenas Norte-Riograndense.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

EDUCAÇÃO:

George Soares congratula reitor do IFRN por conquista de primeiro lugar em Ranking Internacional

O deputado estadual George Soares (PR) apresentou moção de congratulação na Assembleia Legislativa do RN, ao doutor Wyllys Abel Farkatt Tabosa, Reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), pela avaliação como primeiro lugar entre os Institutos Federais do Brasil.
“O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) ficou em primeiro lugar entre os Institutos do Brasil, conforme o Web Ranking of Universities, e em segundo no que diz respeito às instituições de ensino do RN. O ‘Webometrics Ranking of World Universities’ é uma iniciativa do Laboratório Cybermetrics, um grupo de pesquisa pertencente ao Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), maior corpo de pesquisadores da Espanha.” Justificou o parlamentar.
A lista tem como objetivo melhorar a presença das universidades e instituições de pesquisa na internet e promover a publicação em acesso aberto dos resultados científicos. Atualmente, ela fornece indicadores para mais de 12.000 universidades em todo o planeta.
--
Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual George Soares

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

REMINISCÊNCIAS:

O passar do tempo na Manoel Montenegro
Por: Pedro Otávio Oliveira*
Em uma época onde as mídias sociais ainda nem tinha os seus primeiros suspiros e a internet não passava de um termo nunca ouvido e estranho, a comunicação era por meio das cartas, telegramas ou pela Companhia TELERN que tinha seus postos na cidade, com Lolete Lacerda, Neide Oliveira, Dalva Cabral, Raimunda, Ilná e Eurli como funcionárias. Sem a interferência de qualquer aparato como esse, a amizade imperava, o calor humano da convivência era o que unia os amigos e vizinhos. A vida modorrenta da pequena cidade interiorana não tinha muito atrativo, senão as festas e matinês no Clube Municipal ou AABB e filmes no Cine Teatro Pedro Amorim, como Jesuíno Brilhante, Dio Come Ti Amo, Candelabro Italiano.
A efervescência política, cultural e os acontecimentos sociais tinham maior destaque no centro da cidade que resumia-se nas poucas artérias, no quadro da Igreja, na Praça do Rosário e na rua mais habitada: a Manoel Montenegro. Em um tempo que não havia placas para indicar o nome delas, a referência lograva a denominação de cada uma: Rua das Flores, das Hortas, dos Paus, da Palha, Beco do Padre, do Cemitério, de Nila, da Pharmacia, de Abdias. Mas depois deram nomes de figuras importantes para as antigas ruas sem identificação: Rua Siqueira Campos, Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto.
Os viventes e testemunhas daquele inesquecível tempo podem provar os nomes anteriores a Manoel Montenegro, que foi uma homenagem àquele inesquecível político que, por 13 anos, foi prefeito municipal e residente da mesma rua. Celso da Silveira, que nasceu no “castelo” de seus pais, afirma em prosa e verso, no seu primeiro livro: “26 Poemas do Menino Grande” que “só porque não me consultaram, as ruas perderam os seus nomes bonitos e o prestígio, e a cidade a sua tradição!”. Ao relembrar a paisagem humana daquela rua, ou seja, os seus moradores, deparo-me com uma cena com ressábios de luxúria, podendo ainda ter conhecido muitas daquelas figuras amigas.
Ao começar pela esquina com a Avenida Senador João Câmara, do lado do poente, tinha a loja Charmant, de Aurinha, que, à época, era um empreendimento para vender artigos de decoração, cama, mesa e banho.
Andando um pouco mais, deparava-se com uma edificação do início do século, onde havia funcionado o Centro Operário Assuense que recebia as crianças com sede inesgotável do saber. Posteriormente, funcionou ali a Igreja Presbiteriana.
O alfaiate que fez o terno do casamento de meu avô morava ali também, Pedro Rodolfo França, com sua esposa D. Helena e sua família.
Um funcionário da antiga “Mesa de Renda”, em Macau, Santos Lima e sua esposa D. Raimundinha moravam na casa vizinha; que também morou Belídson Dias e Emília Soares, Geraldo Morais e D. Maria Lessa e família.
O proprietário da casa vizinha era o Sr. José Teotônio de Melo, da qual foram inquilinos Fernando Souza (filho de Chico Celestino e Maria Quirino) e José de Deus e Nildinha Mendes.
Nessa casa havia morado um sargento da polícia chamado José Jacob Pereira. Após seu falecimento continuaram morando sua esposa Clotilde (Tudinha) e sua filha Iolanda (Ió).
O Coronel Pedro Jacob era pai do sargento e morava na casa vizinha com sua esposa Chiquinha. Havia na fachada daquela casa uma inscrição desconhecida por todos: “VSF”. O comerciante Pedro Kefffas Oliveira (Pedro da Farmácia), sua esposa Mundinha e a prole de nove filhos também residiram na mesma casa.
Adroaldo Macêdo, D. Claudina e suas filhas residiram por um curto tempo na casa que depois fora vendida ao casal Sr. Piloto e D. Chiquinha.
A professora Aurora Vieira (Lalá), sua mãe Zefinha e seu primo Louro, com a presença diária de uma figura folclórica chamada “João Perdido”. Também morou ali D. Maria Galego.
A casa era de D. Calú Freire que vendeu a Francisquinho e Zulmira, os pais da cabelereira Lilita Dias, que na mesma casa estabeleceu seu salão de beleza para receber as lindas mulheres assuenses, inclusive, a conterrânea radicada no Rio de Janeiro, Núbia Lafayette.
Vizinho, morava a família do casal Tico-Tico e Vicência.
Por coincidência, ao lado, tinha outra Vicência, mas seu marido era Sr. João.
Dentre essas personalidades inigualáveis, tinha o rábula Dr. Lou – João Marcolino de Vasconcelos e Engrácia.
O casal que fornecia leite para a vizinhança, Sr. Lair e D. Palmira, também moravam lá com a filha Maria Helena e irmã Noêmia.
João Vicente e D. Buguinha, os pais de Francisquinha que depois residiu na mesma casa com sua família.
A costureira e bordadeira Maria das Vitórias Wanderley.
Sr. Eduardo Wanderley e D. Milu, sua esposa. O então prefeito Walter de Sá Leitão, com sua esposa D. Dilina e os filhos.
Residiu ali também o agropecuarista Zequinha Pinheiro e sua esposa D. Lília. Após a mudança deles para o Rio de Janeiro, a casa foi reformada e passaram a morar lá Lauro Leite, D. Elita e filhas. Maria Olímpia Oliveira (Maroquinha) passou uma temporada de 1968 na mesma casa. O ex- gerente do Banco do Brasil Antônio Pereira e D. Maria Neide, bem como o ex-prefeito Walter de Sá Leitão também residiram lá com suas famílias. Por fim, o dentista José Mariano da Fonseca, sua esposa Socorro Leite e filhos.
Manoel Chicó era o proprietário. Sr. Vicente Avelino e D. Nila Oliveira foram os primeiros moradores da casa, após a saída do proprietário. Depois chegou a família de Heitor Cabral e, por fim, os irmãos Beltrão, Maria Helena e Verônica.
O médico e ex-prefeito Ezequiel Epaminondas da Fonseca Filho também residiu ali e proporcionou indeléveis momentos políticos.
O principal trampolim político era a imponente residência do médico e líder político, primeiro prefeito constitucional, Dr. Pedro Soares de Araújo Amorim e sua esposa Maria Beatriz Montenegro Amorim; esta era tia de Edgard Borges Montenegro, que com sua esposa D. Maria Auxiliadora e filhos foram os sucessores.
Na esquina com o “beco” de Dr. Amorim, estava a casa onde funcionou no ano de 1884 o Teatro São José, dando continuidade à rua. Naquela casa residiu o Coronel Antônio Germano da Silveira e, posteriormente, o seu genro Sandoval Martins de Paiva e sua filha Maria Edite Germano com os filhos.
O Sr. José Cabral, homem alto, muito magro e esguio morava logo após.
Vizinho a ele, residia o Sr. Geraldo Dantas, funcionário do Banco do Brasil e figura de destaque nos carnavais como Rei Momo “vitalício”, com sua esposa D. Judilita Tavares e filhos.
Fernando Tavares, fazendeiro, agropecuarista do tempo do “império do algodão e cera de carnaúba” bem sucedido residia naquela casa com sua esposa D. Celeste e seus doze filhos. Vem-Vem também recebeu ali importantes figuras, inclusive, seu compadre e amigo Dix-Sept Rosado, com quem, no brutal acidente, faleceram juntos.
Naquela casa, que também era de Sr. Vem-Vem, moraram os filhos solteiros dele e, por último, seu genro Edmilson Caldas e sua filha Gelza com os filhos.
O atual patrono da rua, Manoel Pessoa Montenegro, morava com sua esposa D. Maria (Marieta) Lacerda e seus filhos. Em Nova Parnamirm, existe uma referenciada avenida da qual D. Maria Lacerda é patrona. Posteriormente, João Batista Lacerda Montenegro (filho do casal), sua esposa Lourdinha e filhos moraram na mesma casa.
O Juiz de Direito Dr. Pedro Viana morava vizinho. Depois, José Montenegro e a família residiu lá.
Por um curto tempo, a família do comerciante Chico Celestino e D. Maria Quirino morava vizinho. Após a saída deles, chegou Araci Bezerra.
Também morava nessa rua uma pessoa de apelido Bioto, que era motorista de Antônio Niquinha.
Ewerton Bezerra, sua esposa D. Izalmir e filhos moraram vizinho. Após eles, chegou a família de Agenor Cacho Galliza e Aparecida (Cidinha) Torres Galliza, do Cartório.
José Camilo e D. Benigna Machado também moraram com sua família.
Vizinho a eles, estava a família de Edinor Machado e D. Letícia Bezerra.
Naquela casa residiu uma figura inesquecível do Assu religioso: o sacristão Antônio Félix e sua esposa D. Maria Madalena. Continuou lá a família de sua filha D. Maria Heloísa e o esposo Sr. Chico de Ernesto. Houve um acontecimento inusitado que foi o casamento de dois pedintes: "Castanha Chôcha e Cachorrinha de Borracha", e a casa de Sr. Antônio Félix serviu para a arrumação da noiva.
Além de Chico Celestino e D. Maria Quirino que também morou na casa vizinha, teve Mazinho (funcionário do Banco do Brasil) e sua esposa Salete Soares.
Essa casa era desabitada, de propriedade dos Soares de Macêdo, mas Maria Clara Oliveira (Maria Carteiro), mãe de Pedro da Farmácia, também morou lá.
Denotando luxo e riqueza, fazendo jus a sua denominação, o “Castelo” abrigou várias famílias, dentre elas: a de Enéias Caldas e D. Neófita, pais de Renato Caldas, lugar onde ele nasceu; a de João Celso Filho e D. Maria Leocádia de Medeiros Furtado da Silveira, época de muita fartura e alegria naquele sobrado, também nasceram lá os filhos do casal; e a de Abel Fonseca e D. Iracema Borges. Dolores da Silveira, filha de João Celso Filho, conta em seu livro que no porão havia muitos malões de frutas que eram colhidas no Camelo, fazenda de sua família.
Vizinho a eles morava Sr. Pedro Adelino e família.
Seguido de Francisco (Chico) Morais e Dulce Sá Leitão.
Na descida para o Macapá, era a casa de Augusto Sá Leitão (de Lula) e D. Maria Laura. Tinha o “beco” dividindo e, logo na esquina, a casa do imortal João Lins Caldas, onde ele desfrutava de sua solidão.
Do lado do nascente, na esquina com a Senador João Câmara, era a Limeira. Depois, a Farmácia Continental de José Diógenes.
Descendo a Manoel Montenegro, chegava à Igreja Católica Apostólica Brasileira, que tinha como bispo Dom Alexandre Martins de Carvalho, conhecido como Xandu, residente na Praça do Rosário.
O Supermercado de David Know e Aline Madruga, grandes entusiastas da safra do melão.
O casal Cristóvão Tavares (Totó) e D. Sebastiana (Sebasta) moravam com sua família. Vale ainda ressaltar a figura de seu filho João Crisóstomo, dramaturgo, professor, técnico em datilografia.
Na esquina do “beco da prefeitura” era a casa de Francisco Ximenes e Francisca Dias, que depois fora vendida a Lico Moreira e Dinah.
Do outro lado era instalada o posto da TELERN, que servia aos beneficiários do centro.
A garagem da prefeitura abrigava o carro Veraneio.
A casa e armarinho de Cícero França e D. Consuelo e família.
Duas irmãs Iracema e Giselda Wanderley residiram lá, bem como João Batista Mafaldo e Laurita Leite, D. Nila Oliveira.
Ainda residindo no Rio de Janeiro, Zequinha Pinheiro iniciou a construção de sua casa preparando-se para o seu regresso em 1951. Depois a casa fora alugada ao Tenente Adilson e sua esposa, a professora Zélia Chediak. O odontólogo Dr. Bevenuto Gonçalves e Gracinha estabeleceram consultório e residiram lá. Após um tempo, Salete e José Nazareno, sobrinhos dos proprietários, retornaram.
Existia a Torrefação do Sr. José Dias da Costa e D. Anita Caldas.
A casa de Sr. Galego e D. Quena.
A casa do proprietário da loja Varieté, Manoel Rodrigues Peixoto e D. Auta e família.
A casa e mercearia de Chico Batista.
O inventor do primeiro nome dessa rua foi, sem dúvida, um indivíduo com a visão fixada na posteridade. Pensou nas flores no sentido real e figurado: haviam muitas flores cultivadas por velhos moradores; as flores mais importantes e destacadas foram as formidáveis criaturas que residiram nessa distinta artéria de nossa terra. Famílias multiplicaram sua descendência, comércios obtiveram prosperidade, amizades foram laçadas e cada vez mais tornaram-se firmes. Salve a Rua das Flores, Siqueira Campos, Floriano Peixoto, Manoel Montenegro! Salve os seus moradores!
(Pedro Otávio Oliveira - Neto de Pedro da Farmácia, residente da Rua Manoel Montenegro).
Transcrito do Blog do Fernando Caldas.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

LUTO:

FALECEU A EX-PREFEITA DO ASSU
MARIA OLÍMPIA - MAROQUINHA 
Quando perdemos uma pessoa querida, mesmo de idade avançada, lamentamos com imensa tristeza. É imbuído deste sentimento que registramos o falecimento da grande estrela feminina da política assuense Maria Olímpia Neves de Oliveira – a popular Maroquinha, que esteve sempre lúcida, mantendo uma memória privilegiada. Maria Olímpia Neves de Oliveira nasceu no dia 18 de dezembro de l920, filha do senhor Joel de Oliveira e de dona Júlia Neves de Oliveira. Ingressou na Escola Normal do Colégio Nossa Senhora das Vitórias, diplomando-se professora e em seguida foi efetivada para a escola noturna do Grupo José Correia, a 10 de outubro de 1940. Por duas vezes foi diretora daquele estabelecimento de ensino.

De 1942 a 1945 foi secretária da Comissão Municipal da Legião Brasileira de Assistência – LBA, nesta cidade.

Maroquinha desempenhou um trabalho junto a juventude dos anos 40 e 50 liderando a realização de muitos encontros, denominados de “Tabarradas” esses aconteciam na casa de Seu Eloy da Singer ou na casa do professor Antônio Guerra.

No ano de 1958 Maroquinha rompeu a tradicional hegemonia machista sendo eleita a vereadora mais votada do município assumindo de 0l de janeiro de 1959 a 31 de março de 1963. Deixou o cargo de vereadora e, na mesma solenidade, foi diplomada Prefeita (primeira e única mulher prefeita do Assu até os dias atuais) para o período de 3l de março de 1963 a 31 de janeiro de 1969. Como prefeita priorizou a educação construindo diversas unidades educacionais e implantando escolas nos bairros e nas principais comunidades rurais do Assu.

A “Onça”, como era conhecida no “Zoológico” da política assuense, gozava de prestígio em todo o Estado. Seis meses depois de deixar a prefeitura, em 24 de julho de l969 foi, pelo Governo Estadual, posta à disposição do INDA, hoje INCRA, tendo assumido distintas atividades e sido contemplada com cargos de promoções. Voluntariamente optou por ser apenas uma servidora pública. Determinada, como sempre, abandonou a política e guardou em sua mente apenas os momentos memoráveis ao lado e em favor do povo. Retirou-se da vida pública tão pobre quanto nela ingressara.

Seu maior orgulho era ter sido professora primária de algumas gerações, no Grupo Coronel José Correia, do qual, como já frisamos, foi também diretora. Foi formidável na arte de ensinar.

Um dos traços marcante de sua personalidade era não guardar rancor ou ideia de revanchismo em relação àqueles que, em algum momento ou de alguma forma, lhe criticaram ou se posicionaram em polo oposto.

Em Brasília, por exemplo, esteve com Dinarte Mariz e Aluízio Alves. O espírito cristã de Dona Maroquinha se manifestava na ajuda a muitos necessitados. Nos últimos anos de vida teve uma vida extremamente regrada controlando sua aposentadoria modesta e sempre pronta a mandar rezar uma missa pela alma de quem lhe parecesse merecedor ou necessitado.

Dona Maroquinha foi uma daquelas assuenses que, certamente, a comunidade num gesto de respeito e gratidão pelos relevantes serviços prestados ao Assu ‘tira o chapéu’.

Faleceu exatamente no mesmo dia e mês em que nasceu, 18 de dezembro de 2018, aos 98 anos de idade.

Que Deus a tenha em bom lugar e que ela seja merecedora e retribuída por todos os bens que realizou no plano terrestre. Sede feliz ao lado dEle.
 

terça-feira, 13 de novembro de 2018

REMINISCÊNCIAS:

Um soneto intitulado Roma, do poeta potiguar João Lins Caldas, publicado na antiga e extinta "Revista Brasil", da Bahia. 
Postado por Fernando Caldas