terça-feira, 22 de outubro de 2019
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
DEVOÇÃO:
George Soares participa da celebração de inauguração da imagem de Irmã Lindalva em Malhada da Areia, Assu
O deputado estadual George Soares (PL) participou, neste domingo (20), da celebração de inauguração da imagem de Irmã Lindalva, em Assu, ao lado do prefeito Gustavo Soares (PL), do seu pai, Ronaldo Soares, e do empresário Eurimar Nóbrega que construiu a imagem.
Um momento de muita fé e emoção com os devotos de Irmã Lindalva, sendo a missa celebrada pelo bispo Dom Mariano Manzana e pelo padre Ítalo, de Assu.
"Parabenizo toda comunidade católica e ao amigo Eurimar pela iniciativa e ação. Agora temos que nos unir para construir a estrutura e o acesso ao futuro santuário", lembrou o deputado George.
Um momento de muita fé e emoção com os devotos de Irmã Lindalva, sendo a missa celebrada pelo bispo Dom Mariano Manzana e pelo padre Ítalo, de Assu.
"Parabenizo toda comunidade católica e ao amigo Eurimar pela iniciativa e ação. Agora temos que nos unir para construir a estrutura e o acesso ao futuro santuário", lembrou o deputado George.
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
AÇÃO PARLAMENTAR:
George Soares apresenta iniciativas para engrandecer a festa da Beata Irmã Lindalva
A primeira institui no calendário estadual de eventos do RN a festa de Irmã Lindalva. A segunda considera como patrimônio cultural, imaterial e histórico do RN, a festa à beata de Assu. As iniciativas foram protocoladas como projeto de lei na Casa.
“Irmã Lindalva sempre foi conhecida por sua paciência e bondade. Após sua beatificação, Irmã Lindalva passou a receber a veneração de toda a comunidade católica do RN, fato que fortalece nossa iniciativa e demonstra a importância dos nossos projetos apresentados na Assembleia. Como devoto e parlamentar cremos que essa ação terá o respaldo de todos os colegas da Casa e no Governo,” declarou o deputado George.
--
Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual George Soares
quarta-feira, 16 de outubro de 2019
HISTÓRIA:
PERSONALIDADES QUE CONTRIBUÍRAM COM O PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO DO ASSÚ
A Villa Nova da Princesa prosperava em
todos os sentidos. Alguns de seus filhos já apareciam como destaques. Os habitantes lutaram com garra visando a
liberdade política e administrativa do município. Apesar do Assú já possuir uma
câmara independente de Natal e ser considerado município, ainda detinha o nome
de Villa. Na luta pela emancipação destacamos
três cidadãos: Francisco de Brito Guerra, Manoel Lins Wanderley e João Carlos
Wanderley.
O Padre Francisco de Brito Guerra
- nascido na Villa no dia 18 de
março de 1777, no cenário político norte-rio-grandense, e no regime monárquico,
se destacou com uma brilhante folha de serviços, honrando a sua terra e seu
Estado. Como deputado à primeira Assembléia Legislativa Provincial (1835-1837),
instalada a 02 de fevereiro de 1835, foi neste ano, seu presidente.
Foi suplente de
deputado-geral, com assento de 1831
a 1834 e reeleito para 1835-1837, quando então, foi
eleito escolhido à Câmara Vitalícia
ou Senado do Império para representar
o Rio Grande do Norte, cuja posse se deu a 10 de julho de 1837, tornando-se o
único norte-rio-grandense a alcançar essa elevada distinção.
Foi Visitador Geral,
Professor de latim, Comendador da Ordem de Cristo, um dos fundadores do ‘O Natalense’ - o primeiro jornal a ser
publicado no Estado. Ordenou-se em Olinda no ano de 1801. Suas primeiras letras
foram recebidas na antiga Villa Nova da
Princesa, hoje cidade do Assú.
A esta proposição se
baseia em seu próprio depoimento quando, em 20 de novembro de 1844, ao fazer o
seu testamento, declarava: “Sou natural da Freguesia do
Assú” e
mais, o Presidente da Província Dr. Casimiro José de Morais Sarmento quando da
publicação da Lei nº 124 de 16 de outubro de 1845, elevando à categoria de Cidade
a então Villa Nova da Princesa, assim
se expressou: “Pátria do finado Senador Francisco de Brito
Guerra”. (Amorim,
1981; 53).
Coronel Manoel Lins Wanderley – nascido no dia 22 de março de 1804 foi
deputado provincial, tomando parte na instalação da Assembléia Provincial a 02
de fevereiro de 1835. Foi um dos homens do passado que mais conquistou a
simpatia da população do Assú, e de quem o conheceu.
Espírito
generoso, criativo e empreendedor, Coronel
Wanderley era de um caráter que se salientava por sua imensa firmeza.
Pertencia à
família Wanderley desta cidade. Abraçou a carreira comercial, onde desenvolveu
o seu tino, mantendo um excelente estabelecimento comercial no pavimento térreo
do casarão (atual sobrado da Casa de
Cultura Popular), onde morou e depois residiram sua filha a Baronesa
Belizaria e o Barão Felipe Néri.
Coronel
Wanderley fez notáveis melhoramentos nesta cidade, edificando vários prédios de
feição mais moderna, entre os quais se verifica até hoje, além de muitos
outros, o palacete citado.
Edificou também
a atual matriz da cidade (ampliação e reforma), para cujo trabalho despendeu
ele próprio com a maior parcela de capital e doou a imagem de São João Batista.
Imortaliza-o na
história o fato de haver tomado parte como revolucionário contra Pinto
Madeira. Para enfrentar a
“fera” armou 200 homens, solteiros e casados, e partiram para o interior
dos sertões do Ceará, com gastos por sua conta, em defesa da Pátria.
Ao ter ciência
da sua ida, temendo sua tradição de valente, o inimigo içou a bandeira branca
pedindo paz, que lhe foi concedida na condição de dar a guerra por terminada, e
assim, o confronto foi encerrado.
Isto ocorreu em
1832, contando ele apenas 28 anos de idade e havendo há pouco se consorciado
com a Sra. Maria da Trindade Wanderley.
O regresso
desses patriotas teve uma feição muito festiva. A população preparou-lhe uma
manifestação toda espontânea. O grupo foi recepcionado pela população no Sítio
Poaçá.
Os voluntários
entraram na cidade a pé e abraçados com as suas famílias, por entre o
jubilo
entusiástico da população. Ocorreu um banquete, à sombra de um frondoso
tamarineiro (árvore que existia no muro da casa do seu pai, onde
atualmente funciona a DIRED). Foi nessa ocasião que o povo, segundo uso
da época, lhe conferiu pelo voto a patente de Coronel, como gratidão aos
seus
beneméritos feitos. (A. Fagundes; 37).
O outro conterrâneo
que certamente contribuiu decisivamente para os primeiros passos
desenvolvimentistas desta terra e, sobretudo, para sua emancipação foi o Coronel João Carlos Wanderley. Membro do senado da Câmara, autor da
Lei nº 124, que elevou a então Villa Nova
da Princesa à categoria de cidade do Assú. Foi presidente da Câmara dos
Vereadores e, nessa qualidade, governou a cidade. Foi sete vezes deputado.
Secretário de Governo doze anos e Deputado Geral. Como Vice-Presidente da província,
administrou quatro vezes o Estado. Advogado dativo. Sobre ele, Pedro II disse: “matuto da língua de prata”.
Foi
um cidadão de inigualável amor pelo desenvolvimento social da sua terra berço,
não ponderando ele sacrifícios nesse sentido, e tudo fazia com a alma vibrante
de uma satisfação intima, por ter a ventura de prestar serviços à terra do seu
nascimento. Trabalhou por muitos anos defendendo as belas causas e pugnando
pelos interesses coletivos do município.
Transferindo sua
residência para a capital do Estado não se esqueceu ele de continuar ali a
labuta dos seus serviços à sua terra. Envolto nos mantos da modéstia que sempre
o caracterizou, deve-se o início da literatura assuense por ter sido o fundador
do primeiro jornal (O Assuense – 1867) do
interior do Rio grande do Norte. (A. Fagundes; 39/40).
Afora estes,
muitos outros deram sua contribuição. No entanto, sem desmerecer a participação
de nenhum deles, destaca-se tão somente estas três personalidades.
Emancipação política e administrativa do ASSÚ
No ano de 1845
assumiu, interinamente, a Presidência da Câmara Municipal de Villa Nova da Princesa, o Juiz de
Direito Dr. Luiz Gonzaga de Brito Guerra até outubro de 1845. O Macapá (região
do Assú onde fica a ‘Lagoinha’),
nessa época, pertencia a Câmara Municipal. (Silveira, 1995; 77).
No dia 30 de
setembro de 1845 o então Deputado Provincial, João Carlos Wanderley,
deu entrada ao Projeto Provincial, para elevar a Villa Nova da Princesa à categoria de cidade, com o nome de Assu,
sendo aprovada pelos nobres deputados.
Finalmente, em 16
de outubro de 1845 foi sancionada
a lei número 124, aprovada pela Assembléia Legislativa Provincial, elevando a Villa Nova da Princesa, pátria do finado
Senador Francisco de Brito Guerra, à
categoria de cidade, com o nome de ASSÚ
- (com dois esses e acento agudo no “U”). Vejamos de conformidade com a original:
LEI Nº 124 –
Elevando á categoria de Cidade a Villa Nova da Princeza, com a denominação de
Cidade do Assú.
O Dr.
Casimiro José de Moraes Sarmento, Presidente da Provincia do Rio Grande do
Norte. Faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléa Legislativa
Provincial decretou, e eu sanccionei a Lei seguinte:
Artigo Unico.
Fica elevada á categoria de Cidade a Villa Nova da Princeza, patria do finado
Senador Francisco de Brito Guerra, com a denominação de Cidade do Assú; e
revogada qualquer disposição em contrario.
Mando,
portanto a todas as Autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida
Lei pertencer, que a cumprão e fação cumprir tão inteiramente como nella se
contém. O Secretario interino desta Provincia a faça imprimir, publicar e
correr. Palacio do Governo do Rio Grande do Norte, 16 de Outubro de 1845,
vigesimo quarto da Independencia e do Imperio.
(L. S.) Dr.
Casimiro José de Moraes Sarmento.
Lei da
Assembléa Legislativa Provincial, que V. Exc. Houve por bem sanccionar,
elevando á categoria de cidade a Villa Nova da Princeza, com a denominação de
Cidade do Assú.
Para V. Exc.
Ver.
João Ferreira
Nobre a fez.
Publicada e
sellada nesta Secretaria do Governo do Rio Grande do Norte aos 16 de Outubro de
1845. O Secretario interino – José Nicacio da Silva.
Registrada á
folhas 178 do livro primeiro de semelhantes. Secretaria do Governo do Rio
Grande do Norte, em 17 de Outubro de 1845 – O Segundo Escripturario.
José Martiniano
da Costa Monteiro. (Silveira, 1995; 09).
O Ato Público da Proclamação da Independência do
Município e da posse do novo Presidente da Câmara Municipal Senhor Coronel Manoel Lins Caldas, o qual, a
partir daquela data, assumiria os destinos do recém criado município do Assu,
deu-se no “Alto do Império” – atualmente
este local recebe o nome de Praça São
João Batista.
Fonte: Assu - Dos Janduís ao Sesquicentenário.
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
POSSE:
GEORGE SOARES SE TORNA IMORTAL NA ACADEMIA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
A solenidade aconteceu no Cine Teatro de Assu, com a presença dos demais membros da Academia, o prefeito de Assu, Dr. Gustavo Soares (PL), familiares e amigos do parlamentar.
"Esse foi um momento ímpar na minha vida profissional, por ser contador, e que imortalizou meu nome na instituição maior da contabilidade no nosso estado. Quero agradecer a presidente da Academia, a contadora Jucileide Leitão, aos demais imortais, a presença das autoridades na solenidade no Teatro Pedro Amorim, a minha família e a toda a nossa população," frisou o deputado George.
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
HONRARIA:
George Soares tem nome aprovado para ser membro efetivo da Academia Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis
O parlamentar ocupará a cadeira de número 32 que tem como patrono Emanoel Rivadavia Pessoa da Silva, cujo o primeiro ocupante é Pedro Américo do Nascimento. A posse oficial do deputado George na ACADERNCIC ocorrerá em sessão solene realizada no Cine Teatro Pedro Amorim, em Assu, no dia 10 de outubro.
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
REMINISCÊNCIAS:
Em 1972 o povo hospitaleiro e generoso do Assu de tantos poetas, de tradições pioneiras, recebeu um grupo de atores (cabeludos) cinematográficos, para que aquela cidade e região, fosse cenário principal do primeiro filme longa metragem produzido no Rio Grande do Norte, intitulado "Jesuíno Brilhante, O Cangaceiro", produzido pelo cineasta potiguar de Ipanguaçu/RN, então radicado no Rio de Janeiro, onde veio a falecer em 1991 chamado artisticamente de William Coobet (Cosme na tradução, seu sobrenome de registro, família tradicional daquela terra ipanguaçuense).
O filme tem fotografia de Carlos Tourinho, música de Mário Pariz e o seu protagonista é Neri Vitor, produção de Eliana Coobet. É uma produção em Eastmancolor. Suas filmagens tem duração de 1h40m., 35mm e o seu produtor associado é Jonas Garret. O enredo é sobre o cangaço e o gênero é de aventura - rodado que foi em reprise com destaque no 15º Festival de Cinema de Natal, realizado no mês de julho de 2006. Fez sucesso no Brasil e foi rodado especialmente a convite no Festival de Moscou, em 1973. Algumas das suas cópias estão espalhadas em diversos países como Russia, Espanha, Romênia, Checoslováquia, Índia e Polônia.
Conta a história de um cangaceiro romântico chamado Jesuíno Alves Calado (Jesuíno Brilhante), nome que herdara de seu tio, também cangaceiro. Jesuíno nasceu no sítio "Tuiuú", distante sete quilômetros da cidade de Patu, região oeste do Rio Grande do Norte.
Câmara Cascudo depõe que Jesuíno "é o primeiro cangaceiro na memória do oeste norte-rio-grandense. Deixou funda lembrança de valentia, destemor e fidalguia. Era o aut-low gentlil homem, imperioso, arrebatado, incapaz de insultos por vaidade ou de uma agressão inútil."
Voltando ao filme, participaram da filmagem, artistas de nome nacional como Neri Victor, Rodolfo Arena (como Soares), Vanja Orico (como Maria de Goes - lembro-me que Vanja fora hóspede da escritora Maria Eugênia - além de Waldir Onofre (como Zé), Miltom Vilar (como Francisco Limão), Hilda Melo (como Margarida), Maria Lucia Escócia (Jesuíno´s Mother), Wandick Wandré, Rojerio Tapajós (como Silvestre), Eriel José (como Jojeu), Helio Duda (como Juvenal), Mário Paris (como Cobra Verde, Anteór Barreto (natural de Ipanguaçu), além de Regina Accioli, Clementina de Jesus, Jesiel Figueredo (ator potiguar que fez uma cena no Forte dos Reis Magos como o governador da província), Tony Machado, Rui Marques, Daniel Rosental e Nestor Saboia.
Varias pessoas da sociedade assuense deram a sua colaboração como figurantes. Entre tantos: Pedro Cícero de Oliveira, José Caldas Soares Filgueira Filho (Dedé Caldas), Zélia Amorim, Francisco Evaristo de Oliveira Sales (dr. Sales) que foi médico em Assu durante décadas, José Marcolino de Vasconcelos (Dedé de Aiá), Raimundo Márcio Borges de Sá Leitão (Itinho de Durval), Monte Lacerda, Fernando Montenegro, entre outros.
Além do município do Assu, as filmagens fora produzida em Ipanguaçu, Mossoró, Tibau, Patu e nos cerrados de Lages, bem como na cidade do Natal, onde fora concluída a filmagem.
Voltando a vida de Jesuíno, Sinhazinha Wanderley no livro de Walter Wanderley intitulado Família Wanderley, 1965, conta que no Assu existiu um pequeno museu onde se encontrava exposto um pedaço do osso do braço de Jesuíno Brilhante que fora morto pela polícia da paraíba no lugar denominado Palha, distrito do Estado da Paraibano.
Fica, portanto, esse registro, como um fato cultural de muita relevância para o Assu, pois, esse filme é patrimônio cultural que deve ser relembrando e ficar catalogado nas paginas da historia assuense e do Rio Grande do Norte.
Postado Fernando Caldas
Conta a história de um cangaceiro romântico chamado Jesuíno Alves Calado (Jesuíno Brilhante), nome que herdara de seu tio, também cangaceiro. Jesuíno nasceu no sítio "Tuiuú", distante sete quilômetros da cidade de Patu, região oeste do Rio Grande do Norte.
Câmara Cascudo depõe que Jesuíno "é o primeiro cangaceiro na memória do oeste norte-rio-grandense. Deixou funda lembrança de valentia, destemor e fidalguia. Era o aut-low gentlil homem, imperioso, arrebatado, incapaz de insultos por vaidade ou de uma agressão inútil."
Voltando ao filme, participaram da filmagem, artistas de nome nacional como Neri Victor, Rodolfo Arena (como Soares), Vanja Orico (como Maria de Goes - lembro-me que Vanja fora hóspede da escritora Maria Eugênia - além de Waldir Onofre (como Zé), Miltom Vilar (como Francisco Limão), Hilda Melo (como Margarida), Maria Lucia Escócia (Jesuíno´s Mother), Wandick Wandré, Rojerio Tapajós (como Silvestre), Eriel José (como Jojeu), Helio Duda (como Juvenal), Mário Paris (como Cobra Verde, Anteór Barreto (natural de Ipanguaçu), além de Regina Accioli, Clementina de Jesus, Jesiel Figueredo (ator potiguar que fez uma cena no Forte dos Reis Magos como o governador da província), Tony Machado, Rui Marques, Daniel Rosental e Nestor Saboia.
Varias pessoas da sociedade assuense deram a sua colaboração como figurantes. Entre tantos: Pedro Cícero de Oliveira, José Caldas Soares Filgueira Filho (Dedé Caldas), Zélia Amorim, Francisco Evaristo de Oliveira Sales (dr. Sales) que foi médico em Assu durante décadas, José Marcolino de Vasconcelos (Dedé de Aiá), Raimundo Márcio Borges de Sá Leitão (Itinho de Durval), Monte Lacerda, Fernando Montenegro, entre outros.
Além do município do Assu, as filmagens fora produzida em Ipanguaçu, Mossoró, Tibau, Patu e nos cerrados de Lages, bem como na cidade do Natal, onde fora concluída a filmagem.
Voltando a vida de Jesuíno, Sinhazinha Wanderley no livro de Walter Wanderley intitulado Família Wanderley, 1965, conta que no Assu existiu um pequeno museu onde se encontrava exposto um pedaço do osso do braço de Jesuíno Brilhante que fora morto pela polícia da paraíba no lugar denominado Palha, distrito do Estado da Paraibano.
Fica, portanto, esse registro, como um fato cultural de muita relevância para o Assu, pois, esse filme é patrimônio cultural que deve ser relembrando e ficar catalogado nas paginas da historia assuense e do Rio Grande do Norte.
Postado Fernando Caldas
Foto: Página R.
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