PREFEITURA DO ASSU PROMOVERÁ
sábado, 10 de março de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
LITERATURA:

Deste
livrinho (imagem acima), data de 1996 é feito de estórias pitorescas,
jocosas, espirituosas do povo da minha terra - o Assu, celeiro de
figuras espirituosas. Transcrevo três estórias conforme adiante:
João Marcolino de Vasconcelos, habitualmente chamado de Lou era advogado rábula. Pois bem. Certo dia, fora procurado em seu escritório por certa senhora viúva, proprietária de um sítio no Vale do Açu. Reclamava que seu vizinho por apelido "Zé Sebo" estava colocando todo o gado que possuía, na propriedade dela, para pastar. Antes de mover uma ação judicial queria um entendimento amigável. Lou então mandou uma carta convidando Zé Sebo a comparecer em seu escritório. Comparecendo, perguntou aquele advogado: "Seu" José... é verdade que o senhor está colocando o seu gado no sítio de dona Maria, sua vizinha?" - "É verdade doutor..." - "O senhor acha que isto está certo?" - Fez nova pergunta aquele advogado. - Zé sebo foi curto e grosso: - "acho certo e vou fazer novamente e pronto.Ora, doutor Lou. Terra de moça velha e viúva rica, não tem dono!" - Dias depois, o advogado fora procurado pela sua cliente ansiosa, querendo saber do entendimento. Lou foi logo lhe dizendo: - "Minha senhora. A solução é você se casar com Zé Sebo."
João Marcolino de Vasconcelos, habitualmente chamado de Lou era advogado rábula. Pois bem. Certo dia, fora procurado em seu escritório por certa senhora viúva, proprietária de um sítio no Vale do Açu. Reclamava que seu vizinho por apelido "Zé Sebo" estava colocando todo o gado que possuía, na propriedade dela, para pastar. Antes de mover uma ação judicial queria um entendimento amigável. Lou então mandou uma carta convidando Zé Sebo a comparecer em seu escritório. Comparecendo, perguntou aquele advogado: "Seu" José... é verdade que o senhor está colocando o seu gado no sítio de dona Maria, sua vizinha?" - "É verdade doutor..." - "O senhor acha que isto está certo?" - Fez nova pergunta aquele advogado. - Zé sebo foi curto e grosso: - "acho certo e vou fazer novamente e pronto.Ora, doutor Lou. Terra de moça velha e viúva rica, não tem dono!" - Dias depois, o advogado fora procurado pela sua cliente ansiosa, querendo saber do entendimento. Lou foi logo lhe dizendo: - "Minha senhora. A solução é você se casar com Zé Sebo."
José
Caldas Soares Filgueira, ou Dedé Caldas como era carinhosamente
chamado, era uma figura observadora e conhecedora das coisas do Assu.
erta vez, ao se encontrar com certa amiga, foi logo perguntando: "Como
vai sua filha, dona Maria?" - "Dédé. Minha filha casou-se com um rapaz
muito bom, de posses, mas não vai bem. Não tem conforto." - Lamentou
aquela senhora. - "Mas, dona Maria. Na casa dela falta alguma coisa?" -
Interrogou, Dedé. - Maria respondeu: "Olhe, Dedé. Na casa dela tem sala
de jantar, fogão, geladeira, freezer, dormitório completo, tem até
ar-condicionado... um luxo, né?" - Dedé ficou mais curioso ainda: -
"Dona Maria. O que a senhora entende por conforto?" - Aquela senhora
direcionou a Dedé o seu braço endurecido e com a mão fechada, esbravejou
com seu linguajar na forma mais direta: "Dedé. "Conforto" é talento de
homem.!"
O
Bar de Ximenes (Francisco Ximenes) na década de quarenta, cinquenta e
início de sessenta, era o ponto de encontra das pessoas influentes da
cidade de Assu. Além de bar, funcionava como casa de jogo de cartas
(baralho), entre tantos frequentadores, o senhor Lauro Leite (Lauro era
mossoroense, chegou no Assu, para trabalhar com Zequinha Pinheiro e foi
um dos combatentes ao Bando de Lampião na invasão a Mossoró). Pois bem.
Numa conversa amistosa no referenciado bar, alguém teria dito assim: -
"Deus é muito bom", ao que contestou: - "É bom nada, amigo. Tira a
tesão, mas não tira a lembrança." - Recriminou Lauro se
autodiagnosticando.
Fernando Caldas
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
HISTÓRIA:
Este artigo foi sucesso absoluto aqui no blog porque ele é tão interessante que atrai até quem não gosta muito de história.
Um pesquisador de nome Lenine Pinto, que também é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte demonstra uma série de fatos e dados reais bastante curiosos, a serem contestados na história oficial do descobrimento do Brasil.
Segundo ele, baseado nestas informações o Brasil não foi descoberto em Porto Seguro na Bahia, mas no Rio Grande do Norte. É isto mesmo, você não leu errado!
Segundo
ele, baseado nestas informações o Brasil não foi descoberto em Porto
Seguro na Bahia, mas no Rio Grande do Norte. É isto mesmo, você não leu
errado!
Segundo ele, baseado nestas informações o Brasil não foi descoberto em Porto Seguro na Bahia, mas no Rio Grande do Norte. É isto mesmo, você não leu errado!
Bom, em 1965 Lenine escrevia para um livro que lançaria naquele mesmo ano quando descobriu um dado interessante em suas pesquisas.
Acontece que durante a década de 40 um comandante Norte-americano chamado Jonas Inghram, de uma força tarefa no Recife, deixou escrito que escolheu esta cidade como sua base oficial em função da proximidade com o Cabo de São Roque, que é o ponto mais estratégico no Atlântico Sul.
Ele disse ainda que em Salvador teria uma melhor base, mas a distância de 400 milhas a mais fazia uma grande diferença.
“Como é que estas 400 milhas não iam fazer diferença para naviozinhos a vela, cheios de gente e dependendo de vento?”, indaga Lenine.
Segundo Lenine, Pedro Álvares Cabral também teve este mesmo problema. O navio estava praticamente parado. O tempo estimado da travessia de Cabo Verde a Porto Seguro, onde ancorou Cabral, são 30 dias.
Ele deve ter ficado um ou dois dias no mar parado em função do desaparecimento da nau de Vasco de Ataíde. “Na realidade ele fez a travessia em 28 ou 29 dias como é que ele poderia ter ido até o sul da Bahia?”, adianta.
No ano seguinte, em 1501 João da Nova, fez a travessia do Atlântico e levou 30 dias do Cabo Verde ao Cabo de São Roque, o que Lenine entende como mais um respaldo para o tempo da viagem feita por Cabral.
“D. Manuel numa carta enviada ao Rei da Espanha explica que ele mandou João da Nova para procurar Cabral e eles já sabiam da rota. João da Nova não foi para o sul da Bahia e sim para as imediações do Cabo de São Roque”, explica o pesquisador.
Lenine defende que os portugueses já haviam passado pela terra de Vera Cruz. Uma das provas é que a carta do rei D. Afonso V datada de 1470, proíbe os comerciantes portugueses que negociavam na Guiné de explorar o pau-brasil. “Por que o pau-brasil? Não tinha o pau brasil lá”, questiona o pesquisador.
Aguada
Em 1498 havia peste na ilha de Cabo Verde, o arquipélago estava seco e já se presenciava a seca provocadora do esgotamento de suas reservas hídricas.
Aguada
Em 1498 havia peste na ilha de Cabo Verde, o arquipélago estava seco e já se presenciava a seca provocadora do esgotamento de suas reservas hídricas.
Este era o local para reabastecimento de água das embarcações. Vasco da Gama, lembra Lenine, passou por lá e também fez estas observações, depois de Cristóvão Colombo.
Nas instruções a Cabral diziam que se ele tivesse água para mais quatro meses não era preciso parar em Cabo Verde.
A aguada, que era o sistema de abastecimento das naus, incluindo caça, a reposição de lenha dos navios e o descanso para os portugueses – aconteceu em Vera Cruz e não em Cabo Verde.
“O ponto fundamental da carta de Caminha são as notícias das águas. Ele diz que as águas são muitas, encontraram lagoa de água doce e fala muito nos rios”, menciona Lenine.
O pesquisador afirma que a água era tão importante que a naveta de mantimentos foi mandada de volta para Portugal com as notícias sobre este verdadeiro tesouro para a navegação portuguesa: a água.
As coincidências históricas apontam mais uma questão que leva o descobrimento ao Rio Grande do Norte:
O mapa de Cantino, em 1502, mostra que a ponta litoral do Estado era chamada de São Jorge, exatamente o santo do dia 22 de abril. Era praxe entre os navegantes batizar os achados como o nome do santo do dia.

O marco no Rio Grande do Norte.
A réplica do marco na Praia do Marco em São Miguel do Gostoso
Em documentos há relatos de que Cabral percorreu duas mil milhas na costa brasileira. “Duas mil milhas é exatamente a distância entre esse ponto do RN e Cananéia”, afirma. Ele lembra que o marco de Touros foi chantado por Cabral, na segunda missa no Brasil, no dia 30 de abril, junto à cruz onde foi celebrado o rito católico e tomada a posse oficialmente da terra.
O local onde foi encontrado o marco ficou sendo chamado de Praia do Marco. Veja fotos da praia:






(Fonte: Amjus – Associação de Meio Ambiente, Cultura e Justiça Social. Fotos: Google e Nelson Mattos Filho)
De: http://curiozzzo.com/
Fernando Caldas.







Linda a praia e excelente tese! Isto me lembrou até as 22 fotos históricas e inéditas da base militar dos EUA no RN.
Ah, e se você gosta de história não pode deixar de ver as 20 melhores fotos antigas de Natal-RN (muitas você nunca viu).
Ah, e se você gosta de história não pode deixar de ver as 20 melhores fotos antigas de Natal-RN (muitas você nunca viu).
(Fonte: Amjus – Associação de Meio Ambiente, Cultura e Justiça Social. Fotos: Google e Nelson Mattos Filho)
De: http://curiozzzo.com/
Fernando Caldas.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
REMINISCÊNCIAS:
CASARÃO DO BANGUÊ
| Sobrado do Banguê - Construído na comunidade rural de Banguê, à margem oeste da Lagoa do Piató (no ano de 1911), pelo coronel Zumba Marreiro. Por vários anos abrigou seus descendentes, entre estes, Dona Sinhorinha - esposa do Bispo da Igreja Brasileira Alexandre Martins de Carvalho - Padre Xanduzinho. No pátio em frente ao casarão ainda se pode observar, à tardinha, uma infinidade de pavões (belo espetáculo) escruvitiando faceiramente e, de leque aberto, testemunham o desaparecimento do maior monumento do sertão assuense. |
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| O proprietário se foi... Com o tempo seus descendentes... |
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| A vegetação tomou conta da velha morada como se quisesse usar aquela suntuosidade que os homens abandonaram. |
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| Sol, chuva, vento, depredação animal e humana... A bela edificação não resistiu. |
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| Quem não preserva sua memória... |
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| Não pode contar história. |
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| A beleza arquitetônica ainda tenta resistir... |
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| Teima... Não quer cair. |
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| Ainda há ruínas... |
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| Que maravilhas! |
Samuel Fonseca
Postagem feita em 2012.
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