quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

HISTÓRIA:

Este artigo foi sucesso absoluto aqui no blog porque ele é tão interessante que atrai até quem não gosta muito de história. 
Um pesquisador de nome Lenine Pinto, que também é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte demonstra uma série de fatos e dados reais bastante curiosos, a serem contestados na história oficial do descobrimento do Brasil.
Segundo ele, baseado nestas informações o Brasil não foi descoberto em Porto Seguro na Bahia, mas no Rio Grande do Norte. É isto mesmo, você não leu errado! 
Segundo ele, baseado nestas informações o Brasil não foi descoberto em Porto Seguro na Bahia, mas no Rio Grande do Norte. É isto mesmo, você não leu errado! 
Segundo ele, baseado nestas informações o Brasil não foi descoberto em Porto Seguro na Bahia, mas no Rio Grande do Norte. É isto mesmo, você não leu errado!  
Bom, em 1965 Lenine escrevia para um livro que lançaria naquele mesmo ano quando descobriu um dado interessante em suas pesquisas.
Acontece que durante a década de 40 um comandante Norte-americano chamado Jonas Inghram, de uma força tarefa no Recife, deixou escrito que escolheu esta cidade como sua base oficial em função da proximidade com o Cabo de São Roque, que é o ponto mais estratégico no Atlântico Sul.
Ele disse ainda que em Salvador teria uma melhor base, mas a distância de 400 milhas a mais fazia uma grande diferença.
“Como é que estas 400 milhas não iam fazer diferença para naviozinhos a vela, cheios de gente e dependendo de vento?”, indaga Lenine.
Segundo Lenine, Pedro Álvares Cabral também teve este mesmo problema. O navio estava praticamente parado. O tempo estimado da travessia de Cabo Verde a Porto Seguro, onde ancorou Cabral, são 30 dias.
Ele deve ter ficado um ou dois dias no mar parado em função do desaparecimento da nau de Vasco de Ataíde. “Na realidade ele fez a travessia em 28 ou 29 dias como é que ele poderia ter ido até o sul da Bahia?”, adianta.
No ano seguinte, em 1501 João da Nova, fez a travessia do Atlântico e levou 30 dias do Cabo Verde ao Cabo de São Roque, o que Lenine entende como mais um respaldo para o tempo da viagem feita por Cabral. 
“D. Manuel numa carta enviada ao Rei da Espanha explica que ele mandou João da Nova para procurar Cabral e eles já sabiam da rota. João da Nova não foi para o sul da Bahia e sim para as imediações do Cabo de São Roque”, explica o pesquisador. 
Lenine defende que os portugueses já haviam passado pela terra de Vera Cruz. Uma das provas é que a carta do rei D. Afonso V datada de 1470, proíbe os comerciantes portugueses que negociavam na Guiné de explorar o pau-brasil. “Por que o pau-brasil? Não tinha o pau brasil lá”, questiona o pesquisador.

Aguada
Em 1498 havia peste na ilha de Cabo Verde, o arquipélago estava seco e já se presenciava a seca provocadora do esgotamento de suas reservas hídricas. 
Este era o local para reabastecimento de água das embarcações. Vasco da Gama, lembra Lenine, passou por lá e também fez estas observações, depois de Cristóvão Colombo. 
Nas instruções a Cabral diziam que se ele tivesse água para mais quatro meses não era preciso parar em Cabo Verde.
A aguada, que era o sistema de abastecimento das naus, incluindo caça, a reposição de lenha dos navios e o descanso para os portugueses – aconteceu em Vera Cruz e não em Cabo Verde.
“O ponto fundamental da carta de Caminha são as notícias das águas. Ele diz que as águas são muitas, encontraram lagoa de água doce e fala muito nos rios”, menciona Lenine.
O pesquisador afirma que a água era tão importante que a naveta de mantimentos foi mandada de volta para Portugal com as notícias sobre este verdadeiro tesouro para a navegação portuguesa: a água. 
As coincidências históricas apontam mais uma questão que leva o descobrimento ao Rio Grande do Norte: 
O mapa de Cantino, em 1502, mostra que a ponta litoral do Estado era chamada de São Jorge, exatamente o santo do dia 22 de abril. Era praxe entre os navegantes batizar os achados como o nome do santo do dia.
O marco no Rio Grande do Norte. 
 A réplica do marco na Praia do Marco em São Miguel do Gostoso
Era normal chantar um marco no ponto onde chegavam e ao alcançarem o mar chantavam o segundo marco. “O Brasil tinha dois padrões (marcos), um na Praia do Marco, em São Miguel do Gostoso, e outro em Cananéia, em São Paulo”, ressalta Lenine.
Em documentos há relatos de que Cabral percorreu duas mil milhas na costa brasileira. “Duas mil milhas é exatamente a distância entre esse ponto do RN e Cananéia”, afirma. Ele lembra que o marco de Touros foi chantado por Cabral, na segunda missa no Brasil, no dia 30 de abril, junto à cruz onde foi celebrado o rito católico e tomada a posse oficialmente da terra. 
O local onde foi encontrado o marco ficou sendo chamado de Praia do Marco. Veja fotos da praia:






Linda a praia e excelente tese! Isto me lembrou até as 22 fotos históricas e inéditas da base militar dos EUA no RN.
Ah, e se você gosta de história não pode deixar de ver as 20 melhores fotos antigas de Natal-RN (muitas você nunca viu).

(Fonte: Amjus – Associação de Meio Ambiente, Cultura e Justiça Social. Fotos: Google e Nelson Mattos Filho)
De: http://curiozzzo.com/
Fernando Caldas.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

REMINISCÊNCIAS:

CASARÃO DO BANGUÊ

Sobrado do Banguê - Construído na comunidade rural de Banguê, à margem oeste da Lagoa do Piató (no ano de 1911), pelo coronel Zumba Marreiro. Por vários anos abrigou seus descendentes, entre estes, Dona Sinhorinha - esposa do Bispo da Igreja Brasileira Alexandre Martins de Carvalho - Padre Xanduzinho. No pátio em frente ao casarão ainda se pode observar, à tardinha, uma infinidade de pavões (belo espetáculo) escruvitiando faceiramente e, de leque aberto, testemunham o desaparecimento do maior monumento do sertão assuense.

O proprietário se foi... Com o tempo seus descendentes...


A vegetação tomou conta da velha morada como se quisesse usar aquela suntuosidade que os homens abandonaram.


Sol, chuva, vento, depredação animal e humana... 
A bela edificação não resistiu.

Quem não preserva sua memória...

Não pode contar história.

A beleza arquitetônica ainda tenta resistir...

Teima... Não quer cair.

Ainda há ruínas...
Quem poderá salvar?!
Pavões de Dona Zélia do Banguê
 Que maravilhas!



As fotos mais recentes são de
Samuel Fonseca
Postagem feita em 2012.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ASSÚ DE LUTO:

EDMILSON DA SILVA
A VOZ DO ‘MOMENTO’ CALOU 
 
Ivan Pinheiro
Falar sobre Edmilson é falar de Assú. Ele foi a voz do ‘Momento’ - programa de rádio de maior diversidade de informação, de credibilidade e de audiência da Rádio Princesa do Vale por mais de 30 anos.

Edmilson da Silva se constituiu numa figura ímpar na comunidade. Conhecido e aplaudido nos mais distantes rincões do Assu e região.

Foi, literalmente, o cara de todos os momentos: Esteve sempre presente nas páginas dos jornais escrevendo artigos, crônicas, relatos históricos; nas celebrações religiosas, cantando, rezando, e em determinados momentos até celebrando; nos eventos sociais, articulando, organizando, sendo cerimonialista; sempre alerta no movimento escoteiro convocando para missões sociais, unindo grupos e até participando dos acampamentos; Nas horas tristes de despedidas de pessoas amigas, confortando, rezando, cantando, chorando; em momentos críticos de emergências, calamidades, buscando amenizar o sofrimento dos desprovidos, doando, pedindo, fosse através do Lions Club do Assú ou outra instituição de caráter filantrópico; nas lutas por uma melhor qualidade de vida, defendendo com unhas e dentes os interesses do Assú e do Vale; nos grandes embates políticos, apoiando amigos e correligionários...

Todos sabem, sobretudo nós assuenses, que é impossível definir Edmilson num só vocábulo. Certamente surgirão centenas de palavras. Entre outras encontraremos: família, assuense, religioso, cristão, devoto, escotista, radialista, cronista, jornalista, cerimonialista, escritor, apresentador, articulista, pacato, economista... De todas que o identificavam talvez passasse despercebida ‘economista’, que era a sua formação acadêmica (FURRN – atual UERN). Também pudera, quem algum dia viu Edmilson da Silva economizar esforços para abraçar uma causa?

Edmilson nasceu em Assu no dia 16 de julho de 1944. Filho de Manoel Pedro da Silva e dona Maria Áurea da Silva. Faleceu na tarde de 12 de dezembro de 2017.

A ausência física ficará... ficará na falta da voz nas solenidades e pelos microfones da Princesa do Vale; das risadas; dos abraços... permanecerá também a saudade da amizade, eternizada nas lembranças de cada familiar e amigo e em muitos registros fotográficos.

A sua missão foi cumprida, amigo! Sede feliz ao lado d’Ele.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

HISTÓRIA:

ASSÚ - RESUMO HISTÓRICO DE 1913
O Jornal Almanak Laemmert; Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ), no ano de 1913, trouxe as seguintes informações sobre o município do Assú:

Passou de Julgado a Villa, com a denominação de Villa Nova da Princesa, em 11 de agosto de 1788 e depois a cidade, com a atual denominação, em virtude da lei provincial nº 124, de 16 de outubro de 1845. Compreende os distritos judiciários de Assú, Sant’Anna de Mattos e Augusto Severo, paroquia de S. João Batista. Foi criada a comarca em 1835, sendo o seu primeiro juiz de direito o Dr. Basílio Quaresma Torreão. Há minas de carvão, ferro, chumbo e enxofre.

Imprensa – A Cidade, redator e proprietário: Palmério Augusto de Amorim Filho.

Administração Municipal – Intendentes: Luiz José Soares de Macedo; Palmério Augusto Soares de Amorim Filho; Francisco Freire de Carvalho; Manoel Soares Filgueira; José Paulino de Oliveira. Presidente do Conselho: Antonio Saboya de Sá Leitão. Secretário: Américo Soares de Macedo. Procurador: Manoel Pereira de Faria. Fiscais: 1º Pedro Soares de Macedo; 2º José Soares de Macedo Filho. Porteiro: Manoel Lins de Vasconcelos. Guardas: Benevenuto Dionysio da Silva, Felix Sabino do Espírito Santo. Zelador do mercado: Julião Alexandre da Silva. Administrador do Cemitério: Manoel Lins de Vasconcelos. 

Administração Judiciária – Suplentes do Juiz substituto seccional: 1º Luiz Bezerra da Rocha Cabral; 2º Vicente Germano da Costa Ferreira; 3º Luiz Corrêa de Sá Leitão. Ajudante do procurador Seccional: Theogenes Augusto Caldas de Amorim. Promotor: Joaquim Ignácio Filho. Juízes Distritais: Luiz Gomes de Amorim; José Laurentino Martins de Sá; Francisco Justiniano Lins Caldas. Juiz de Direito: José Corrêa de Araújo Furtado. Tabelião e escrivão do júri: João Celso da Silveira Borges. Oficial de Justiça: Manoel Lins de Vasconcelos. 

Administração Policial – Delegado: Luiz Corrêa de Sá Leitão. Subdelegado: João Candido Guabiraba. Suplente: Francisco Soares Filgueira Filho. Escrivão: Olegário Olindino de Oliveira. 

Instrução Pública – Professores municipais: D. Luiza de França das Chagas, D. maria Carolina Wanderley e professor Manoel Assis.

Coletorias – Coletor Estadual: Antonio Freire de Carvalho Sobrinho. Coletor Federal: Pedro José Soares de Macedo. Escrivão: Manoel Batista Ximenes.

Correio – Agente: Pedro José Soares de Macedo. Estafetas: Francisco Umbelino de Sousa, João Carneiro da Silva, João Francisco Salles, Luiz Antonio Xavier e Manoel Ricardo da Silva. 

Telegrafo – Encarregado: Ildefonso Rodrigues Villares. Praticante: Joel Oliveira. Guardas: Francisco Ribeiro Campos, Pedro Ferreira Jacob. Estafeta: Eugenio Caetano da Silva. Editor: Manoel Coelho Ferreira. 

Religião – Paroquia: São João Batista. Padre: José Antonio da Silva Pinto. Sacristão: Olegário Olindino de Oliveira. Irmandades: Coração de Jesus. Sacramento. São João Batista, Rosário, Carmo, Bomfim, Dôres. Confrarias: São Sebastião, Senhor do Bomfim.

Comércio – Exportadores: José Soares Filgueira Sobrinho, Luiz Cabral & Cia, Minervino Wanderley & Cia. Fazendas, armarinho, ferragens, secos, molhados, etc. Berlindo de Medeiros, Clementino Galvão & Cia, Ezequiel Epaminondas da Fonseca, J. Pinheiro, Fonseca & Cia, João Batista & Irmão, José Antonio de Moura, José Neves Filho, Luiz Cabral & Cia, Manoel Januario Cabral, Oswaldo Justino de Oliveira, Sebastião Cabral de Macedo, Vicente Germano de Costa Ferreira, Viúva J. V. Fonseca & Filho. Padarias: Etelvino Caldas, Francisco Bezerra de Araujo. 

Industria – Engenhos: São João, de João Rodrigues Ferreira de Mello; São Luiz, de Luiz de Gomes de Amorim; Lagoa do Mato, de José Laurentino Martins de Sá; Bonito, de Manoel Catunda de Souza.

Profissões – Advogado: Arthur Soares de Macedo. Barbeiro: Alexandre Pio Dantas. Carpinteiros: Joviniano Martins da Costa, Miguel José do Nascimento, Rodolpho Wanderley. Ferreiros: Romão da Silva, Salviano Guida. Funileiro: João Gomes de Amorim. Mecânico: Francisco Justiniano Martins Caldas. Médicos: Dr. Ernesto Emílio da Fonseca, Dr. Pedro Soares de Araújo Amorim. Pedreiros: Agostinho Hermes de Sant’Anna, Basílio Quaresma Torreão, Francisco Velho, João Grande da Silva, José Cabral, Manoel Cyriaco da Silva. Sapateiros: José Felix de Souza, Moysés dos Santos. 

Agricultores e lavradores: Antonio Corrêa de Menezes, Antonio Pedro celestino, João Rodrigues Ferreira de Mello, Luiz José de farias, Justiniano Lins Caldas, Francisco Soares Filgueira, José Amancio da Silva, José Ignacio de Mendonça, José Pedro Marreiro Pessoa, José Soares Figueira Sobrinho, José Soares de Macedo, Misael Cabral de Farias, José Laurentino Martins de Sá, Luiz Gomes de Amorim, Francisco José das Chagas, Francisco Valentim & Oliveira, Francisco Piçarra, João Henrique da Fonseca e Silva, Joaquim Alfredo de Siqueira Cortez, Manoel Amancio de Mello, Manoel do Nascimento e Oliveira Barros, Camilo de Lellis Bezerra, Thomaz Antão de Senna, Joaquim Antão de Senna, Joaquim Thomaz de Senna, João de Macedo. 

Criadores: Alfredo Soares de Macedo, Baronesa de Serra Branca, João Lourenço da Silva Cardoso, João Henrique da Fonseca e Silva, João Rodrigues Ferreira de Mello, José Laurentino Martins de Sá, José Pinheiro, José Soares Filgueiras Sobrinho, Justiniano Lins Caldas, Luiz José de Farias, Misael Cabral & Farias. 

Capitalistas: João Rodrigues Ferreira, José Antonio de Moura, José Soares Filgueiras Sobrinho, Luiz Cabral & Cia, Manoel Januario Cabral e Minervino Wanderley & Cia. 
Nota: Não se recebendo as informações solicitadas ao digníssimo intendente municipal, publicam-se todas as informações anteriores.
(Fonte: ALMANAK LAEMMERT: administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) – Ano 1913 / Edição B00069).

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

ELEIÇÃO:

Os jornalistas que atuam nos jornais, rádios, TVs, blogs e sites e que cobrem diariamente as atividades da Assembleia Legislativa elegeram, na manhã desta terça-feira (28), o deputado estadual George Soares (PR) como o Parlamentar do Ano de 2017. Ele foi escolhido com 24 votos dos 32 registrados. 

“Estou muito feliz, muito emocionado também, com essa indicação por parte dos jornalistas que tem essa presença muito forte aqui na atividade dos 24 parlamentares, e agradecer em meu nome, em nome da minha família e a todos que fazem o meu gabinete”, disse George. “Estamos há 7 anos na Casa, mas representando uma história”, afirmou George, referindo-se a familiares que exerceram mandatos na Assembleia Legislativa. 

O Parlamentar do Ano de 2017, que foi cumprimentado pelo presidente da Casa Ezequiel Ferreira, e pelo vice Gustavo Carvalho (PSB), disse que se sente satisfeito em levar, pela primeira vez, o título para a região do Assu, mas ressaltou que divide o prêmio com os outros 23 parlamentares. Ele disse que o título conquistado nesta terça-feira, aumenta a sua responsabilidade como homem público.

Aumenta a responsabilidade de a gente estar mais atento às questões do Estado”, concluiu o deputado. 

A deputada estadual Cristiane Dantas (PCdoB), Parlamentar do Ano de 2016, ficou em segundo lugar com 2 votos. Também foram votados os deputados Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), Galeno Torquato (PSD), Hermano Morais (PMDB), Fernando Mineiro (PT), José Dias (PSDB), e Nelter Queiroz (PMDB), com um voto cada. 

“Esse ano tivemos uma participação expressiva e mais uma vez os jornalistas escolheram o deputado que teve uma boa performance. Isso não quer dizer que os demais deputados não tiveram uma boa participação, mas só um pode ser eleito, e este termina representando toda a Assembleia”, disse Oliveira Wanderley, presidente do Comitê de Imprensa, responsável pelo processo eleitoral. 

A eleição se realiza desde o ano de 1972, quando o primeiro eleito pelos jornalistas foi o ex-deputado Roberto Furtado. Em 2015, o eleito foi o presidente da Casa, o deputado Ezequiel Ferreira de Souza.

De acordo com as regras do Comitê, todos os jornalistas que realizam a cobertura jornalística das atividades legislativas têm direito ao voto para escolher o parlamentar que mais se destacou durante o ano. No final de quatro anos, é escolhido o deputado que mais se destacou na Legislatura.
ALRN.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

EVENTO:

Confirmada para o próximo sábado (02), com sua estrutura mais uma vez instalada na Praça São João, principal espaço público da cidade, a 3ª edição da Feira da Lua vai ter, novamente, uma programação bastante diversificada. 

É o que antecipa Walisson Farias, da Sala do Empreendedor, fruto da parceria entre a Prefeitura do Assú e o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa do RN (SEBRAE/RN), e que compõe a organização da Feira da Lua ao lado de outras entidades e instituições públicas e particulares. 

O evento será vivenciado, sábado, entre 18h e 23h, destaca informação da Secretaria de Comunicação e Ouvidoria. 

Walisson Farias ressalta que, além da área que se reservará para a exposição e comercialização de produtos e serviços de micro e pequenos empreendedores do município e região, a 3ª Feira da Lua contará com uma vasta agenda cultural. 

No campo musical estão previstas duas atrações: Artoni Gleibson e Nelsinho & Arthur Santos. 

A tradição poética será representada dentro da participação do poeta e trovador Paulo Varela. E, no teatro, haverá a exibição cênica a cargo do grupo de teatro amador Trupiniquim, com a peça “À meia noite, à meia lua”.
Fonte: Pauta Aberta