quinta-feira, 7 de julho de 2016

CURIOSIDADES:

Acontece que em meados do século XX Natal era uma cidade que tinha menos de 12 mil habitantes, quase não possuía áreas urbanizadas, e esta era uma delas. Então o rio Potenji criava lá um pântano tão grande que impedia das pessoas se deslocarem. Era difícil até para o comércio e para o desenvolvimento da cidade.
Foi então que Figueiredo Junior, ‘presidente da província’ na época, numa tentativa de amenizar a situação, decidiu fazer a primeira intervenção concreta no espaço, construindo um muro às margens do rio, e um aterro para preservá-lo da força das água. Isso permitiu uma melhor comunicação entre a Cidade Alta e a Ribeira.

Somente em 1904 o Governador Augusto Tavares de Lyra concretizou estas reformas, e o novo nome do logradouro, antes denominado Praça da República (1901), passou a se chamar Praça Augusto Severo.
A nova Praça Augusto Severo tinha recebido durante a grande seca do início do século XX, mais de 15 mil retirantes, o que fez a população da cidade dobrar. Os “barracões” montados na praça haviam deixado lembranças aterradoras: saques, epidemias, mortes, violências, deportações, desespero e fome.
Então, os retirantes foram contratados para ajudar na urbanização do espaço. Os natalenses fizeram doações de plantas como palmeiras imperiais, fícus benjamim e oitizeiros para ornarem os jardins. Assim as obras recomeçaram, e lá foram construídas galerias de escoamento, calçamento das ruas ao redor e até uma fonte.

 
Esta ponte portanto é o único elemento sobrevivente desta praça épica que já foi jardim botânico e que depois de um tempo foi reduzida para a construção do terminal rodoviário da Ribeira.
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Fonte: Brechando 

quarta-feira, 6 de julho de 2016

ATIVIDADE PARLAMENTAR:

George Soares apresenta as energias renováveis como fonte de receitas para o RN
Em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa do RN, nesta terça-feira (05), com o secretário de planejamento e finanças, Gustavo Nogueira, para avaliar o cumprimento das metas fiscais do Estado, o deputado estadual George Soares (PR) expôs suas preocupações com a grave situação financeira relatada pelo representante do governo, no Plenarinho da ALRN.

Segundo o parlamentar, que é membro da comissão de finanças da Assembleia, os números e gráficos expostos pelo secretário de planejamento reforçam que o Estado está numa difícil situação financeira. O deputado George questionou o secretário sobre o andamento do empréstimo de R$ 850 milhões junto ao Banco do Brasil, sobre os gastos vultosos com a Arena das Dunas e por fim apresentou uma alternativa para colaborar com as finanças públicas do RN, que precisam urgentemente aumentar suas receitas correntes.

“Se o poder público não tomar decisões e não buscar alternativas para sair dessa crise, a situação pode se complicar. Nesse sentido, queremos chamar a atenção para a imunidade do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na produção de energias renováveis, onde nosso estado se destaca como um dos maiores produtores em potencial do Brasil pelas condições climáticas naturais. Essa imunidade, que estabelece que apenas os estados consumidores recebam ICMS está defasada, pois na época da Constituição de 1988 não se falava em energia renovável. Então, hoje no RN, por exemplo, depois que os parques eólicos são construídos, não fica um centavo de arrecadação para quem está produzindo a energia. Com essa nossa observação, podemos ampliar essa discussão, debater com nossa bancada federal, com a federação dos municípios e lutar para que a produção de energia renovável seja tributada no estado que a produz. Essa é uma alternativa real para aumentar a arrecadação do RN que é um grande produtor de energia renovável e, assim, ajudar a equilibrar suas contas,” afirmou George Soares.

O deputado ainda ressaltou que não se trata da criação de mais um imposto e sim da melhor repartição dos tributos já existentes. George Soares também é presidente da Frente Parlamentar das Energias Renováveis para o Desenvolvimento Sustentável da ALRN.
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Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual George Soares

segunda-feira, 4 de julho de 2016

POESIA ASSUENSE:

DOM: VOZ
 
Quando penso em silêncio, eis a voz
Maviosa, inefável, retumbante
Desatando em notas, rés e dós
No recôndito chão ao hilariante
 

Canto o canto, a te, a nós
Em puro éster, onda tão vibrante
Flor do recôncavo, girassóis
Saem da garganta, atenuante

Ronda minh’alma, ela é minha
Clave de mel, Abelha Rainha
Sou canção, sou poesia, Carcará!
 

Meu estado de poesia é enredo
Brincar de viver, melhor brinquedo
Sou grito de alerta: OYÁ!

NOME: EDIVAN Bezerra da Silva
Natural: Assu/RN nascido à 08/07/1968
Cantor, Compositor, Escritor
Rua: Barão do Rio Branco, 43 – Centro – Catu/Ba CEP: 48.110-000
Contatos: (71) 99603-8314 vivo (71) 99269-6246 tim
EDIVAMBEZERRA@HOTMAIL.COM

segunda-feira, 27 de junho de 2016

ASSEMBLEIA:

George Soares comemora utilidade pública para grupo de escoteiros de Assu

O deputado estadual George Soares (PR) comemorou, neste sábado (2), a sanção do governador Robinson Faria (PSD) reconhecendo como de utilidade pública o Grupo de Escoteiros Nossa Senhora das Vitórias, proposta apresentada pelo parlamentar na Assembleia do Estado.

"Esse é um passo importante para solidificar nossas instituições e agora o Grupo de Escoteiros Nossa Senhora das Vitórias, que tem sede na cidade de Assú, pode se beneficiar com recursos públicos do nosso Estado." Disse o parlamentar.
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Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual George Soares

quinta-feira, 23 de junho de 2016

SINDICATO DO GARRANCHO:


Como matéria especial, a edição dominical da TRIBUNA DO NORTE, edição de 07 de maio de 2000, publicou reportagem de minha autoria, como colaborador.
 
Reside em Natal uma das testemunhas das ações de um movimento guerrilheiro de caráter comunista que ocorreu no Vale do Assú, no RN, entre os anos de 1935/36. A dona-de-casa Áurea Cortez de Lima, 82, tinha 16 anos quando viu o líder camponês Manoel Torquato de Araújo e dois companheiros, entrarem na casa grande da propriedade do seu pai, Manoel Cortez, conhecida por “Ingá”, na várzea do Assú.

A “guerrilha” foi resultado da luta reivindicatória dos trabalhadores das salinas e fazendas de Mossoró, Assú, Areia Branca e Macau. Os estudiosos apontam o então governador Rafael Fernandes, que reprimia violentamente os sindicatos e mandava surrar os líderes dos trabalhadores, como o causador da revolta armada.

O pai de dona Áurea tinha terras em Assú, Macau e Pendências (1), mas não era latifundiário. A razoável condição de vida do agricultor Manoel Cortez pode ter aguçado a cobiça do grupo que chegou armado à casa da fazenda do povoado Santa Luzia. Os camponeses queriam tomar as terras de Manoel Cortez, obrigando-o a devolver uma gleba de sua propriedade que esteve arrendada durante certo tempo a um dos aliados de Manoel Torquato, o chefe do bando criado pelo provisionado Miguel Moreira. (2)Torquato era protestante.

“Esse pessoal era conhecido como o “Sindicato de Mossoró” e veio para tomar as terras de papai. Lembro-me que chegaram lá em casa, pouco depois do meio-dia, Manoel Torquato, José Domingos e Joel Paulista armados de revólveres e peixeiras, todos à cavalo. Papai conhecia todos eles e disse que nós não ficássemos amedrontadas, pois já sabia do que queriam. Manoel Torquato era de Canto Grande, um lugarejo entre Assú e Macau, mas papai dizia que ele não era bandido. José Domingos, natural de Alto do Rodrigues, era um detento, Joel Paulista era o chefe do sindicato de Areia Branca. O José Domingos chegou lá dizendo que não mexessem com a gente porque devia favores à família dos “Targino” , como era conhecida a família de papai. Eles queriam tomar o sítio “Cobé”, em Assú, e Manoel Torquato, com aquela pose toda, disse para papai: “o senhor vai mandar o menino ficar na terra”.

Papai nem pestanejou, rebateu na hora que “eu já entreguei o caso ao juiz de Assú” e explicou que o ex-meeiro Raimundo Nonato, vulgo “Raimundo Fumeiro”, tinha passado vários anos explorando a terra sem pagar a renda. Diante da atitude de papai, eles foram embora e nunca mais voltaram, disse dona Áurea, residente na avenida Hermes da Fonseca, no bairro do Tirol, em Natal.

Apesar de não terem retornado para atazanar a família de dona Áurea, o grupo de rebeldes comunistas distribuiu panfletos, impressos com tinta vermelha, com pesadas críticas ao seu pai. Os boletins eram intitulados “O burguês Manoel Cortez” e foram distribuídos em todas as casas entre Canto Grande e Comboeiro, perto da cidade do Assú. (4)

“O povo dizia que eles eram comunistas, fizeram muita bagunça e quiseram tomar terras pela pressão. Papai não deu muita atenção a eles, apesar de saber que tinha cabras ruins no meio deles, como José Domingos, um verdadeiro cangaceiro que acabou morto em Caraúbas”, relembra dona Áurea.

Ela diz que os episódios ocorridos no Vale do Assú, entre 1934/36, provocaram mortes, mas não recorda os nomes das vítimas, além de Artur Felipe Montenegro, um filho de fazendeiro rico que foi abatido na embocadura do açude Canto Comprido, em Assú, em 2 de janeiro de 1936. Segundo Amaro Sena, em depoimento prestado de 2 de março de 1999, quem atirou em Artur Felipe foi Manoel Domingos, de Cobé, com um único tiro de rifle ou fuzil. “Foi um disparo certeiro...”. (3)

Em represália, a família de Artur Felipe matou o pai de Manoel Torquato, que não tinha nada a ver com a guerrilha. “O bando era comunista mesmo, não me lembro de suas reivindicações, não. Não havia latifúndio no vale. Por exemplo, a terra que o meeiro Raimundo queria era de 50 braças. Os homens de Manoel Torquato não tomaram terras, só dinheiro, porque a lei não estava do lado deles; naquele tempo, a lei, o juiz, era do lado do proprietário. Eu tinha um panfleto desses, mas emprestei a uma pesquisadora e não me foi devolvido”.

Depois da morte de Artur Felipe, a polícia investiu contra eles, forçando-os a recuar para perto de Mossoró. Manoel Torquato foi executado por um liderado, Manoel Feliciano.

Rebeldes foram condenados Derrotada a guerrilha, quase todos foram presos pela Polícia Militar do RN. Processados, todos foram condenados. Mas pelo decreto-lei 474, de 8 de junho de 1938, foram absolvidos Amâncio Leite, Raimundo Jovino de Oliveira, Manoel Veras Leite, Tertuliano Alves Primo, Vicente Florêncio da Mota, Francisco Agostinho Bezerra, Mestre Chaves ou Francisco Chaves dos Anjos e José Nicácio Sobrinho das acusações de envolvimento na guerrilha de Manoel Torquato e Miguel Moreira.

Em 29.06.1938, o juiz Raul Campelo Machado, por deficiência de prova, absolveu Benedito Saldanha, Cirelino Bezerra da Costa, José Lopes Bastos, Homero Agostinho, José Lins, José Perico, Belarmino Abel Ferreira, Pedro Mendonça, Francisco Bernadino, Francisco Chaves, João Reginaldo, Antonio Reginaldo, Francisco Paulino, Manoel Ferreira do Nascimento, Francisco Ferreira, Homero Couto, Antonio Falcão, Francisco Agostinho, José Cassiano, Gonçalo Izidro, Francisco Machado, Sandoval Oliveira Sales Lira, Ricardo Torquato, Antonio Pereira, Feliciano Alexandre, Marcelino Alexandre, Manoel Nunes da Silva, Honório Máximo, João Abre, Vicente Ferreira Gomes, Francisco Dobrinha, Chico João e Cassiano Preto.

O magistrado declarou extinta a ação penal contra Sebastião Caldeira, “por ter sido o mesmo, segundo se vê dos autos, morto em combate com elementos da força pública estadual do RGN”. Os denunciados foram defendidos pelos advogados Cícero Aranha e Maria da Glória Pinheiro Moss, que defenderam a tese de perseguições políticas.

O jornal católico “A Ordem” (Natal/RN, p.4, edição de 02.07.1938) ao publicar trecho do processo criminal diz que o bando era oriundo de Mossoró e responsável por “propaganda subversiva eficiente, que resultou na formação de um grupo de bandoleiros, chamados “os bandidos vermelhos” que, por motivos políticos, e incitados por Miguel Moreira, praticaram no Estado do RN, em 1935, assaltos, roubos, depredações, ferimentos”. O ex-tenente Moisés Costa Pereira e o sargento Amaro Potengi da Silva foram condenados a 3 anos.

Luta armada tinha caráter comunista. Não somente os documentos e cartas apreendidos nas casas dos dirigentes do Partido Comunista do Brasil-PCB, no Rio de Janeiro, em 1936 (Movimento Comunista de 1935 – Excertos da publicação “Arquivos da Delegacia Especial de Segurança Política e Social – Volume III – Polícia Civil do Distrito Federal – Rio” – 1938 – Natal – Imp. Oficial – 1938) atestam que a guerrilha do Vale do Assú era mesmo de caráter comunista.

A entrevista do ex-militante do PC mossoroense Francisco Guilherme (PCB na mira da história – Camaradas rebatem duras críticas do livro W. Waack, reportagem de Carlos Peixoto e Nilo Santos, TN, 28.11.1993, páginas 12 e 13) é elucidativa. Referindo-se à insurreição de novembro de 1935, disse Chico Guilherme: “Mossoró estava preparada para também instalar o Governo Revolucionário Popular a partir de apoios na Polícia Militar e no Exército (Tiro de Guerra), além da logística da guerrilha – cerca de 45 homens – do grupo conhecido como “Sindicato do Garrancho”, todos na clandestinidade, porque a polícia vivia prendendo e espancando e a única salvação deles era o partido chegar ao poder”.
A primeira referência em livros sobre a guerrilha comunista do Assú é de autoria de Edgard Barbosa, em “História de uma campanha”, Imprensa Oficial, Natal, 1936. Edgard Barbosa, que foi jornalista a serviço das forças conservadoras do Partido Popular, de José Augusto Bezerra de Medeiros, diz que o movimento era de caráter comunista, com ramificações em municípios vizinhos e que o “numeroso bando armado surgia mais do ambiente político e da confusão reinante do que do entusiasmo pelas doutrinas vermelhas, pois se constituía de homens rudes, analfabetos e dispostos a todas as modalidades do crime. Era o cangaceirismo acoitado à sombra de uma bandeira que encarnava um credo exótico. Em nome do tal credo, os malfeitores que puseram em cheque as forças policiais de Assú, Angicos, Santana do Matos e Macau”. Barbosa informa que os comunistas fizeram “uma verdadeira rebelião, que aliás constou do relatório de um representante brasileiro em uma das sessões da III Internacional, reunida em Moscou”.

Segundo Barbosa, o movimento foi debelado na interinidade do interventor José Lagreca, que enviou uma tropa de 60 homens sob o comando de Severino Campelo, que libertou o fazendeiro Jorge Barreto, sequestrado pelos guerrilheiros.
Segundo Manoel Rodrigues de Melo, os guerrilheiros contavam com forte adesão dos protestantes.

O historiador Raimundo Nonato da Silva, como os demais estudiosos do assunto, aponta influência comunista na rebelião desordenada no baixo Assú, “dirigido por enviados do sul do país que, militarmente, organizavam a resistência pós novembro de 1935. Houve uma morte no campo de batalha de um engenheiro, que tirou o ânimo dos revoltosos”.

O jornal “A República”, de 18.07.1936, p.2, informa que Sebastião Caldeira, armado e com um cinturão de dinamites, morreu após a explosão dos explosivos devido a um tiro recebido durante um tiroteio.

Notas

1 - O município de Pendências, em 1935, ainda não tinha sido criado.
2 - Miguel Moreira era membro do Partido Comunista.
3 - Segundo Amaro Sena, já falecido, Artur Felipe saiu de uma festa, embriagado e, juntamente com o cabo Bondade, foi provocar os insurretos que estavam acantonados perto do açude.
4 – A professora Brasília Ferreira confirmou, na época da publicação da reportagem, que o boletim que dona Áurea lhe emprestou foi extraviado.
5 – Mais detalhes ver: Pequena História do Integralismo no RN – Fundação José Augusto, Natal/RN, de Cortez, Luiz Gonzaga ; Trabalhadores, Sindicatos, Cidadania – Nordeste em tempos de Vargas, de Ferreira, Brasília Carlos, Cooperativa Cultura da UFRN; Várzea do Assú, de Melo, Manoel Rodrigues, Edição Cadernos, São Paulo-SP e Gilberto de Melo Freire.

www.dhnet.org.br Fernando Caldas FERNANDO CALDAS
 

TALENTO ASSUENSE:

ASSUENSE ESTARÁ ENTRE OS 25 POETAS QUE PRESTARÃO HOMENAGENS AOS 70 ANOS DE MARIA BETHÂNIA
Compartilho com os leitores um "bilhetinho" enviado pelo meu amigo Edivan Bezerra informando de que um de seus trabalhos foi selecionado para homenagear a famosa cantora e compositora baiana Maria Bethânia Vianna Telles Velloso - conhecida por Maria Bethânia. Vejam:

Bom Dia Ivan. Como estás?

Bom, com alegria devido com vc a noticia de que no último dia 10 de junho tive a poesia DOM:VOZ selecionada para compor livro em homenagem aos 70 anos de Maria Bethânia. Para mim um grande feito diante a mais de 5000 inscritas de todo Pais para ficar entre apenas vinte e cinco.

Em breve teremos o lançamento do Livro intitulado: POESIAS PARA MARIA. Uma iniciativa do FAN PAGE OS QUINTAIS DE MARIA, contou com a participação de um júri de peso, entre eles estava a escritora e irmã de Bethânia Mabel Veloso.

Visite a página no face OS QUINTAIS DE MARIA e confira!

Assim que liberada para divulgação te envio a poesia. Estamos aguardando agenda da mesma que virá entregar premiação em grande evento.

Saudades,

Edivan Bezerra.

INFORMO-LHE, TAMBÉM, QUE NA LEGENDA ESTÁ EDIVAN BEZERRA DA SILVA - CATU, HAJA VISTO NO ATO DA INSCRIÇÃO TER SIDO SOLICITADO COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA, PORÉM A BIOGRAFIA É GENUINAMENTE POTIGUAR.
*-*
Eita cabra bom. Esse é daqueles que levam e elevam o nome da nossa querida Assu além fronteiras. Sucesso amigo! Parabéns!!!!

REGISTRO:

George Soares expressa saudade do seu avô, Edgard Montenegro
O deputado estadual George Soares (PR) expressou, através de suas redes sociais, a saudade do seu avô, o ‘Comandante’ e grande liderança política do Assu, Edgard Borges Montenegro, que completaria 96 anos de idade neste dia 22 de junho, caso estivesse vivo.

O parlamentar escreveu: "Hoje seria aniversário do meu avô, padrinho e comandante Edgard Borges Montenegro. Grande liderança política do Assu e do Vale. Pai, amigo e líder. Uma grande saudade!"