terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

ESPECIAL:

Antonio Albano da Silveira
É da repórter Sayonara Amorim matéria especial publicada domingo (09) pelo jornal Gazeta do Oestefocalizando os elevados indicadores de criminalidade que têm se observado no município do Assú.

O trabalho jornalístico registra, por exemplo, o fato de o empresário do setor de panificação, Antonio Albano da Silveira, de 66 anos de idade, já ter tido estabelecimentos comerciais de sua propriedade assaltados 58 vezes.

Veja a reportagem completa clicando AQUI.
Postado por Pauta Aberta

ZPE DO SERTÃO:


A viabilidade do porto graneleiro no município litorâneo de Porto do Mangue, projeto que será tocado exclusivamente com investimento privado, poderia ser o alicerce de outro empreendimento de grande expressão: a ZPE do Sertão.

Porém, de modo inexplicável, este megaprojeto foi relegado ao total ostracismo pela gestão municipal do Assú, a quem caberia dar sequência ao negócio do ponto de vista institucional.

A colocação foi feita, nesta terça-feira (11), dentro do programa Panorama do Vale, na Rádio Princesa do Vale, pelo deputado estadual George Soares-PR (foto), lembrando que a construção de um porto marítimo na região consistia num dos pontos vitais do projeto da ZPE do Sertão.

Ele citou que o desinteresse do poder público foi tão explícito que o responsável pelo projeto, Brian Tipler, deixou a cidade, por conta da absoluta falta de diálogo e apoio do governo municipal.

O parlamentar lamentou que a proposta da ZPE do Sertão seja submetida a tamanho e injustificável processo de exclusão por parte da administração atual, penalizando de maneira inestimável todo o futuro do Assú e do Vale do Açu.
Postado por Pauta Aberta

HISTÓRIA

RELIGIÃO CATÓLICA NO ASSU

Povoação e julgado

Nos tempos coloniais, na organização judiciária, tinham as Povoações à simples categoria de julgado, cabendo aos chamados Juízes Ordinários a distribuição da Justiça. Quando, porém, era construída alguma Vila, sobre qualquer desses julgados, passava a Vila a ter um Senado da Câmara constituído de cinco membros encarregados da administração da justiça e também dos negócios municipais. Dada essa organização, quase sempre os Juízes Ordinários eram os próprios presidentes do Senado da Câmara.

A Povoação de São João Batista da Ribeira do Assu, em 1754, possuía 405 fogos, já era freguesia. Em virtude do seu crescente desenvolvimento, figurando como o mais destacado centro das Ribeiras da Capitania, os seus habitantes representaram ao Ouvidor Geral, José Ferreira Gil, sobre “consternação em que viviam na falta de quem lhes administrasse justiça, não só por lhes ser preciso para suas causas e contendas, mas para temor dos malfeitores”.

No período de 1752 a 1755, coordenava os trabalhos religiosos o Padre José de Aranda, o qual com dedicação, articulou para que a Povoação de São João Batista da Ribeira do Assu passasse no dia 29 de novembro de 1754 a categoria de Julgado do Assu. O Senado da Câmara de Natal foi contra essa justa pretensão. Sobre essa tal oposição, o Rei, no dia 29 de novembro do mesmo ano, despachou favoravelmente o pedido, passando a então florescente Povoação à categoria de Julgado. (Assu, 1980; 11). 

O julgado era o reconhecimento pelo Rei – autoridade máxima perante a Corte - da existência de uma comunidade. A partir deste conceito é que a população passaria a trabalhar para atingir outras hierarquias até chegar à Vila e, consequentemente, município.  
Fonte: Assu - Dos Janduís ao Sesquicentenário - Ivan Pinheiro.

JARDIM DE ANGICOS:

Presidente da Câmara manifesta publicamente apoio a George Soares

Alexis Lima
Presidente do município de Jardim de Angicos, localizado na região Central do RN, o vereador Alexis Lima Maurício (PR) usou o seu blog (www.alexislima.com.br) para anunciar oficialmente que, mais uma vez, será solidário com o projeto político-eleitoral do deputado estadual George Soares (PR).
O parlamentar-mirim de Jardim de Angicos, eleito com 178 votos, destacou que esteve ao lado do deputado na eleição de 2010 e o acompanhará novamente no pleito de outubro por ser testemunha do comprometimento e dedicação de George Soares com todo o Estado.
Não poderia deixar de declarar o meu apoio ao deputado George Soares, em atenção ao seu comprometimento, respeito e em reconhecimento pelo o que o mesmo tem feito em beneficio dos munícipes de nossa cidade e de todo o RN”, declarou o vereador em seu blog.
Veja a publicação original AQUI.

REMINISCÊNCIAS

TÓPICOS SOBRE O ASSU DE ANTIGAMENTE I

Gonçalo Lins Wanderley foi o primeiro proprietário de um automóvel de  luxo, com cortinas de seda. Foi ele também o primeiro presidente da Câmara Municipal quando aquela casa tinha o poder de executar, administrar o município. Fora, portanto, a primeira organização de um governo local, criada em 1786 e instalada a 11 de agosto de 1788, cuja data denomina-se uma das ruas daquela cidade.

A poeta) e educadora sinhazinha Wanderley conta que em Assu existiu um pequeno museu com aves e cobras dessecadas, além de um pedaço do osso do cangaceiro Jesuíno Brilhante.

As primeiras iluminações públicas eram feitas de vela de cera de carnaúba, de azeite de peixe dentro de um caco e, depois, com clássicos lampiões a querosene. A iluminação era nos casarões dos velhos coronéis (da cera de carnaúba).

O primeiro poço tubular fora instalado na propriedade denominada "Arranhenta" de propriedade de Luiz Gomes de Amorim. Luiz adquiriu o equipamento nos Estados Unidos, fabricado pela Aermotor Campany, de Chicago. Chegou ao Assu a 11 de fevereiro de 1916, conforme depoimento de Francisco Amorim.

O telégrafo fora instalado a 11 de dezembro de 1890, na então rua São Paulo, atual Minervino Wanderley.

O primeiro cinema foi o Cine Theatro Pedro Amorim, trazido por Luiz Correia de Sá Leitão, com a grande colaboração do Cel. Francisco Martins Fernandes que foi em terra assuense, comerciante bem sucedido, além de agente do Banco do Brasil

O primeiro avião a pousar no Assu foi um C-30 militar, no dia 24 de agosto de 1938. Tinha a denominação de "Mucuripe", informa Dolores Silveira.

O primeiro Vigário do Assu foi Manuel de Mesquita e Silva, em 1726.

O primeiro promotor público do Assu foi Manuel da Silva Ribeiro.

O primeiro tabelião público do Assu foi Manuel de Melo Montenegro Pessoa, avô do dr. Edgard Borges Montenegro.

O primeiro médico do Assu e do Rio Grande do Norte foi Luiz Carlos Lins Wanderley, formado na Bahia. Além de ter sido o primeiro romancista do Rio Grande do Norte. E, se não foi o primeiro, pelo menos  foi um dos primeiros poetas do Assu.

O primeiro farmacêutico do Assu foi Pedro Soares de Araújo Amorim, diplomado na Bahia em 1857.

O primeiro dentista do Assu foi Francisco da Câmara Caldas, formado na Bahia, em 1929.

O primeiro engenheiro civil do Assu foi Raul de Sena Caldas, formado no Rio de Janeiro para onde ainda jovem, na década de trinta, regressou aquela terra carioca. No Rio fora engenheiro do Departamento de Águas e Esgotos daquela  terra carioca, bem como fora convidado pelo Conselho Britânico a conhecer a Inglaterra. Raul era proprietário de terras no Vale do Assu (Ipanguaçu).

O primeiro professor normalista do Assu foi o dr. Luiz Antônio Ferreira Souto dos Santos Lima.

O primeiro conjunto habitacional do Assu, casas populares, leva o nome de Dom Eliseu.
A poeta e educadora sinhazinha Wanderley conta que em Assu existiu um pequeno museu com aves e cobras dessecadas, além de um pedaço do osso do cangaceiro Jesuíno Brilhante.

As primeiras iluminações públicas eram feitas de vela de cera de carnaúba, de azeite de peixe dentro de um caco e, depois, com clássicos lampiões a querosene. A iluminação era no casarões dos velhos coronéis (da cera de carnaúba).

O primeiro poço tubular fora instalado na propriedade denominada "Arranhenta" de propriedade de Luiz Gomes de Amorim. Luiz adquiriu o equipamento nos Estados Unidos, fabricado pela Aermotor Campany, de Chicago. Chegou no Assu a 11 de fevereiro de 1916.

O telégrafo fora instalado a 11 de dezembro de 1890, na então rua São Paulo, atual Minervino Wanderley.

O primeiro cinema foi o Cine Theatro Pedro Amorim, trazido por Luiz Correia de Sá Leitão com a grande colaboração do Cel. Francisco Martins Fernandes que foi em terra assuense, comerciante bem sucedido.

O primeiro avião a pousar no Assu foi um C-30 militar, no dia 24 de agosto de 1938. Tinha a denominação de "Mucuripe".

O primeiro Vigário do Assu foi Manuel de Mesquita e Silva, em 1726.

O primeiro promotor público do Assu foi o Manuel da Silva Ribeiro.

O primeiro tabelião público do Assu foi Manuel de Melo Montenegro Pessoa, avô do ex-prefeito Edgard Borges Montenegro.

O primeiro médico do Assu e do Rio Grande do Norte foi Luiz Carlos Lins Wanderley, formado na Bahia. Além de ter sido o primeiro romancista do Rio Grande do Norte. E, se não foi o primeiro foi um dos primeiros poetas do Assu.

O primeiro farmacêutico do Assu foi Pedro Soares de Araújo Amorim, diplomado na Bahia em 1857.

O primeiro dentista do Assu foi Francisco da Câmara Caldas, formado na Bahia, em 1929.

O primeiro engenheiro civil do Assu foi Raul de Sena Caldas, formado no Rio de Janeiro para onde ainda jovem, na década de trinta, regressou aquela terra carioca. No Rio era engenheiro do Departamento de Águas e Esgotos daquela e fora convidado pelo Conselho Britânico a conhecer a Inglaterra. Raul era proprietário de terras no Vale do Assu (Ipanguaçu).

O primeiro professor normalista do Assu foi o dr. Luiz Antônio Ferreira Souto dos Santos Lima.

O primeiro bairro habitacional do Assu é o bairro Dom Eliseu.

Postado por: Fernando Caldas

IPANGUAÇU


A Prefeitura Municipal de Ipanguaçu através do prefeito Leonardo Oliveira, lamenta pela perda do Senhor José Severino de Massena, falecido na manhã de hoje(10).

Nascido na Paraíba, Massena trabalhou na comunidade de Pataxó, onde logo após veio a se tornar vereador do município de Ipanguaçu por dois mandatos consecutivos, nos anos de 1956 a 1964.

“Massena, foi grande contribuídor com seu mantado no poder legislativo. Além dos relevantes serviços à comunidade Ipanguaçuense, a qual veio se tornar filho mais tarde, consolidando negócios e a família. O ex-líder ainda contribuiu com o desenvolvimento econômico, com a instalação de seu comercio e na lutado do processo democrático no município, lutando contra o coronelismo instalado na região na época.

Neste momento de profunda dor, rogo a Deus o conforto aos seus parente e amigos e o descanso eterno ao Senhor Massena, este ex-líder que hoje deixa sua história escrita no município, se destacando pela grande bravura e trabalho nesta ilha”.

O Prefeito ainda decreta luto oficial por três dias, com bandeiras a meio mastro, sem a paralisação dos serviços municipais.

Ipanguaçu/RN 10 de Fevereiro de 2014.
Leonardo da Silva Oliveira
Prefeito de Ipanguaçu

IMAGEM DO ASSU

PIATÓ
Foto: Paula Vanina Cencig - UFRN.
A linha do Equador tem uma amostragem com a nossa vivência. No domínio familiar, também existe uma linha do Equador. O ecossistema familiar é a mesma coisa, não tem nada diferente. 
(Chico Lucas - pescador do Piató).