terça-feira, 7 de janeiro de 2014

CULTURA


Músico Grimaldi, Vereadora Elizangela e Hominho (organizador)
Ainda no final do ano de 2013, no dia 28.12 daquele ano, a Vereadora “Ely da Saúde” se fez presente em um Festival de Violeiros na comunidade de Panon I, na ocasião foram realizadas várias disputas entre os violeiros, tendo os mesmos sido premiados com troféus.

A vereadora foi convidada pelo organizador do evento, e na oportunidade fez a entrega do troféu Luiz Albano de Souza (seu genitor), pessoa bastante conhecida na comunidade.
Em um breve pronunciamento a edil afirmou que o evento cultural que ali ocorreu deve permanecer, mesmo sem o apoio do município, pois a cultura e a tradição da comunidade deve sobreviver. 

Postado por: De Olho no Assu

DO BLOG: Este evento TRADICIONAL sempre contou com o irrestrito apoio da Prefeitura Municipal do Assu. Infelizmente, no ano passado (dezembro 2013), a administração municipal não apoiou a realização deste importante e tradicional Festival que visa alentar e preservar esta arte popular. LAMENTÁVEL.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ASNEIRAS COLEGIAIS

QUEM DIRIA QUE:
- Adolescência é o estágio entre a puberdade e o adultério (estado de adulto)
- Trigonometria é quando uma mulher se casa com três homens ao mesmo tempo.
- Gravitação é aquilo que, se não houvesse, estaríamos voando.
- Ali-Babá significa estar longe quando o crime foi cometido (álibi). 
- Epístola é o feminino de apóstolo.
- Esqueleto é um homem com as partes internas extraídas e as partes externas eliminadas. 
- Milenário é uma cousa parecida com centenário; mas é maior.
- Hereditariedade significa o seguinte: Se teu avô não teve filhos, teu pai provavelmente não os teria, nem tu tampouco.
- Tonsura é o ato do padre cortar o cabelo em vez da cabeça.
- Floresta virgem é aquela em que a mão do homem nunca pôs os pés.
- O prefixo PRO é o contrário de COM. Exemplo: Progresso, congresso.
- NÃO é advérbio de negociação.
- O sol põe-se no Oeste e tem de apressar-se na volta para Leste afim de estar a tempo de nascer na manhã seguinte.

Foto ilustrativa: Blog do Caipira

MÚSICA

O NOME DAS NOTAS DA MÚSICA
As notas musicais ao tempo de São Gregório (540/604) eram indicadas por letras do alfabeto de A a G e correspondiam à nomenclatura atual: A: La - B: Si - C: Do - D: Re - E: Mi - F: Fa - G: Sol.

Guido D'Arezzo, monge beneditino do Mosteiro de Pomposa, no ducado de Ferrara, músico erudito, ocupava-se sobretudo do ensino do canto litúrgico. Por volta do ano 1023, notou a dificuldade que seus alunos, frades como ele, encontravam para aprender e guardar os sons das notas assim como sua relação. Imaginou então para o uso dos discípulos um processo pedagógico que participa da mnemotécnica; escolheu um canto muito conhecido de todos, fácil de aprender, no qual cada verso começa por uma sílaba diferente, de modo que, uma vez decorada a aria com as palavras, tornar-se-ia fácil encontrar a posição de cada som. Empregou então o hino de São João, aqui reproduzido segundo velho manuscrito pertencente à Catedral de Sens - França, com a tradução em notação moderna e antiga. (ver letra do hino acima e abaixo). 

As seis primeiras notas ut, re, mi, fa, sol, la são as que o texto do hino fornece, mas é curioso assinalar, mesmo que se queira atribuir  a coincidência, que as iniciais de São João - S. I (Sancte Ioannes) - reunidas deram a nota si

Mais tarde para facilitar a vocalização ut foi substituída por do. 

Ut queant laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solve polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes

Fonte: Sul América nº 112.

ENCERRANDO O CICLO NATALINO

Oração

DEUS meu PAI, meu Mestre, Meu REI, agradeço toda a ajuda que o SENHOR me tem dado, sei perfeitamente, que os vossos anjos, estão sempre iluminando os caminhos por onde tenho que caminhar e a minha inspiração é concebida, pela VOSSA DIVINA GRAÇA. A maior felicidade que tenho é a certeza de saber que jamais fui abandonado por vós, mas, ainda mais, olhai para os meus filhos dando a eles a coragem para enfrentar a vida e a compreensão de que é necessário lutar em busca do pão de cada dia para o sustento dos seus. Faça DIVINO MESTRE, dos meus filhos homens honrados, trabalhadores, fiéis e esposos dedicados aos lares. MÃE SANTA, seja também minha advogada junto ao vosso santíssimo e boníssimo filho no sentido de me dar mais essa graça, essa dádiva do céu ou seja: eu ter a felicidade de ver ainda os meus filhos alegres... alegres... e felizes e bem encaminhados na VIDA! 

ATAULPHO ALVES

PARA REFLEXÃO

A HUMANIDADE está dividida em três classes: os que não se movem; os que se movem; e os que movem. (Provérbio Árabe).

SAÚDE


Leodice Cruz e Silveira Júnior
Possui ramificações com Assú e São Rafael uma das novos colaboradoras de primeiro escalão da gestão do vereador e prefeito interino de Mossoró, Francisco José da Silveira Júnior (PSD).

Trata-se da nutricionista Leodice Maria Dantas Soares Cruz, que na última semana foi alçada à condição de secretária municipal de Saúde mossoroense.

Ela é filha da professora e ex-vereadora rafaelense – também ex-candidata a prefeito –, Maria Selma Soares Dantas, e do falecido empresário do setor farmacêutico em Assú, Leodil Soares Medeiros.

À imprensa de Mossoró a nova secretária declarou que pretende fazer uma gestão compartilhada com o conselho gestor de auditores e que se propõe a realizar uma administração transparente e em prol dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Postado por Pauta Aberta.

domingo, 5 de janeiro de 2014

HISTÓRIA

NOMES DO ASSÚ - PARTE IV
Villa Nova da Princesa

Em homenagem a Princesa Carlota Joaquina de Bourbon (pintura acima) - esposa de D. João VI, mãe de D. Pedro I, avó de D. Pedro II, imperatriz do Brasil - a conhecida Povoação de São João Batista da Ribeira do Assu, no dia 22 de julho de 1776, foi transformada em município. No entanto, só veio a ser instalado a 11 de agosto de 1788, tomando o nome de Villa Nova da Princesa. (Assú - Pedro Amorim, 1929; 4). 

De acordo com a Ordem Real de 22 de julho de 1776, o julgado do Assu - conhecido por povoado de São João Batista da Ribeira do Assú - foi pelo Desembargador Ouvidor e Corregedor da Comarca de Natal, Antonio Felipe Soares de Andrade de Brederodes, solenemente instalado com a denominação de VILLA NOVA DA PRINCESA.

Para instalação do primeiro Senado da Câmara, foram nomeados os cidadãos Francisco José Dantas Bacelar, Francisco Dantas Cavalcante, João Mendes Monteiro, Antonio Correia de Araújo Furtado e Francisco da Silva Bastos. 

Um fato curioso é que Carlota Joaquina tornou-se inimiga acérrima do Brasil, que teve a desdita de hospedá-la de 24 de janeiro de 1808 a 26 de abril de 1821, data em que a corte voltava às terras lusas, onde a princesa, ao chegar beijou, ajoelhada, o chão da “saudosa pátria”, que abandonara, com o infeliz esposo – o comedor de frangos - na célebre “noite da covardia” (27 de novembro de 1807), sob os apupos da multidão contra a pusilanimidade de um governo fujão.

Além disso, a depravada mãe de D. Pedro I, ao saltar, bateu dos sapatos os últimos resíduos de areia da terra do Brasil, para não manchar o solo Portugal.

Fonte: Assu - Dos Janduís ao Sesquicentenário - Ivan Pinheiro.