Sorriso Pensante - Ivam Cabral
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
FEIRA LITERÁRIA DE NATAL
EDITORAS POTIGUARES VÃO MOSTRAR SUAS PRODUÇÕES
A Feira Literária de Natal vai reunir na Praça Augusto Severo, na Ribeira, as principais editoras do Rio Grande do Norte. O evento que integra a programa do Natal em Natal é aberto ao público e vai mostrar toda a produção das editoras potiguares nos últimos anos.
O evento é aberto ao público e vai mostrar toda a produção das editoras potiguares nos últimos anos. A estrutura da Feira Literária de Natal estará ao lado da Tenda Literária que receberá as atrações do Festival Literário de Natal. Neste espaço, serão realizados lançamentos, palestras e debates.
A feira acontecerá de 06 a 09 de Novembro na Praça Augusto Severo – Ribeira sob a coordenação do sebista e editor Abimael Silva. (Blog do BG).
CULTURA
Memórias de autores norte-rio-grandenses

Humberto Hermenegildo de Araújo e Derivaldo dos Santos reuniram resultados de estudos desenvolvidos no âmbito do Grupo de Pesquisas Estudos da Modernidade: processos de formação cultural (CNPq/UFRN) no livro “Memórias de Contiguidades – Leituras sobre textos de autores potiguares em periódicos do século XX”, editado com o apoio do Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-Rio-Grandenses.
O livro reúne oito trabalhos fruto da análise da produção intelectual de escritores norte-rio-grandenses, cuja difusão de ideias sobre cultura, obras e projetos literários, se deu por meio de periódicos que circulam no período compreendido entre o início do século XX e os anos 50 do referido século.
Um dos artigos que integra o presente volume é “Memórias de 1950: o semanário Atualidade em Assu, RN”, de Cássia de Fátima Matos dos Santos – doutora em Literatura Comparada (PPgEL-UFRN (2010), professora adjunta da UERN/Campus Assu e atualmente coordenadora do Programa de Pós-graduação em Letras (Mestrado Profissional, UERN), que além de apresentar o semanário Atualidade, mapeia o que ele traz de específico sobre literatura.
Postado por Alderi Dantas
CARNAÚBA
UMA ÁRVORE RUMO A EXTINÇÃO
A carnaúba (Copernícia prunifera ou cerífera) é uma árvore endêmica no semi-árido do nordeste brasileiro, sendo inclusive a árvore símbolo do Estado do Ceará.
O Vale do Rio Piranhas/Assu dominou por longos anos a produção comercial da carnaúba. Nos anos quarenta, a cera de carnaúba atingiu o auge em matéria de preços. No período da segunda guerra mundial a indústria bélica utilizava a cera na fabricação de isolantes. Isso provocou um grande desenvolvimento na região.
A medida em que os preços internacionais aumentavam, cresciam os interesses dos produtores na plantação de novos carnaubais. Em consequência disso, na várzea do Assu, no início da década de sessenta, existiam por volta de seis milhões de carnaubeiras, ocupando uma área de aproximadamente vinte e cinco mil hectares, isto é, mais de 62,5% da superfície destas terras da conhecida várzea. Em solos mais favoráveis, a densidade era tão grande que se caminhava com dificuldade no carnaubal.
A partir do momento em que a cera começou a ser substituída por produtos sintéticos derivados do petróleo, sua produção foi drasticamente reduzida e a carnaúba passou a ser utilizada para fins menos nobres, como a produção de lenha.
No início da década de oitenta, com a construção da barragem Armando Ribeiro, o Rio Piranhas/Assu torna-se perene, criando condições para o desenvolvimento da agricultura irrigada no Vale.
A partir deste período, empresas agrícolas chegaram à região com a finalidade de produzirem frutas tropicais, sobretudo para a exportação. Diante desta nova realidade, os carnaubais passaram da condição de “salvador da pátria” para “vilões das terras férteis”. Aí vieram as devastações.
A carnaúba é um tipo de palmeira difícil de ser encontrada. No mundo, com condição de produzir, em grande quantidade o precioso pó, só existe no Brasil. No Brasil, apenas três estados nordestinos possuem carnaubais em abundância: Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.
No Rio Grande do Norte os carnaubais se estendem apenas pelos vales dos rios: Piranhas/Assu, Apodi/Mossoró e Ceará Mirim, sendo que no Vale do Rio Assu, ocorre em maior extensão.
Dá para se notar que a Carnaúba é uma planta rara. Se o progresso da região depender do seu desmatamento, certamente dentro de mais alguns anos haveremos de vê-la tão somente através de fotografias, o que é uma lástima para o nosso povo e para o nosso ecossistema.
MÚSICA
O multiartista Zelito Coringa (foto), natural de Carnaubais, segue apresentando seu trabalho autoral com canções que farão parte do novo CD já intitulado Candeeiro de Cem Votis.
Algumas composições foram feitas com parceiros do Sul e Sudeste do país, como Xote Lindo, gravada no CD Bendita Companhia – dos parceiros Marcoliva e Tatiana Cobbet, com apresentação do renomado Tom Zé.
Outra música já bastante conhecida do público catarinense é Pra Cantar e Ser Feliz, gravada pelo pianista Caio Muniz.
Zelito Coringa, depois de várias apresentações fora do RN, retorna ao Vale do Açu, seu berço natal e principal fonte criativa.
O carnaubaense defende a realização de um projeto de formação de plateia em música potiguar brasileira a ser desenvolvido em escolas e espaços culturais da região. “O Vale apesar de ser uma das regiões mais rica em diversidade cultural do RN, vive nos dias atuais um verdadeiro retrocesso. Aos poucos estão exterminando aos nossas raízes de mundo varzeano, o que temos de incentivo são tímidas realizações à base de minguados investimentos por parte do poder público. Quando o assunto é valorizar de fato a cultura, o segmento é tratado em segundo plano ou plano nenhum”, desabafa o artista.
Neste final de semana, Zelito apresenta-se no Cine Teatro Pedro Amorim, em Assú, com participações de Johnny Kasanova, Cláudio Araújo, Nelson Bamba, Amileco, Fofinho (ex-Mastruz Com Leite) e Grimaldi Zacarias, além da poetisa Aldinete Sales.
Vale a pena conferir.
Algumas composições foram feitas com parceiros do Sul e Sudeste do país, como Xote Lindo, gravada no CD Bendita Companhia – dos parceiros Marcoliva e Tatiana Cobbet, com apresentação do renomado Tom Zé.
Outra música já bastante conhecida do público catarinense é Pra Cantar e Ser Feliz, gravada pelo pianista Caio Muniz.
Zelito Coringa, depois de várias apresentações fora do RN, retorna ao Vale do Açu, seu berço natal e principal fonte criativa.
O carnaubaense defende a realização de um projeto de formação de plateia em música potiguar brasileira a ser desenvolvido em escolas e espaços culturais da região. “O Vale apesar de ser uma das regiões mais rica em diversidade cultural do RN, vive nos dias atuais um verdadeiro retrocesso. Aos poucos estão exterminando aos nossas raízes de mundo varzeano, o que temos de incentivo são tímidas realizações à base de minguados investimentos por parte do poder público. Quando o assunto é valorizar de fato a cultura, o segmento é tratado em segundo plano ou plano nenhum”, desabafa o artista.
Neste final de semana, Zelito apresenta-se no Cine Teatro Pedro Amorim, em Assú, com participações de Johnny Kasanova, Cláudio Araújo, Nelson Bamba, Amileco, Fofinho (ex-Mastruz Com Leite) e Grimaldi Zacarias, além da poetisa Aldinete Sales.
Vale a pena conferir.
Postado por Pauta Aberta
terça-feira, 5 de novembro de 2013
SAÚDE
Médicos condenam autoexame da mama
Estudos mostram que o toque dos seios pela própria mulher não reduz mortes por câncer. O exame capaz de detectar tumores em estágios iniciais é a mamografia 
Médica analisa imagem de seio: mamografia é capaz de apontar tumores ainda pequenos, o que eleva as chances de cura.
Nos anos 80, Cássia Kiss ensina o autoexame: “A cura pode estar em suas mãos”
No Brasil, poucas campanhas de saúde conseguiram ser tão eficazes quanto a protagonizada por Cássia Kiss no final dos anos 80. No vídeo, a atriz surge com os seios à mostra para ensinar às mulheres como se detecta o câncer de mama:
— Examinando os seus seios a cada 30 dias, você pode descobrir caroços, alterações no formato ou perda de líquido. Câncer da mama: a cura pode estar em suas mãos — ela diz.
A mensagem foi repetida e replicada de forma extraordinária. Os brasileiros até hoje, 25 anos depois, veem o autoexame como a melhor maneira de descobrir o tumor. No mês passado, uma das hashtags mais repetidas no Facebook e no Twitter foi #autoexame — em apoio ao Outubro Rosa, uma campanha mundial sobre a necessidade da detecção precoce do câncer de mama.
Apesar das boas intenções, os internautas estão equivocados. Confiar no autoexame é uma medida já ultrapassada. Valia para a época em que Cássia Kiss gravou o anúncio. Hoje, o que os médicos recomendam como métodos capazes de detectar precocemente o câncer são o exame físico (feito por um médico ou enfermeiro) e a mamografia (o raio X dos seios).
— A medicina avançou e, como se tivesse jogado um balde de água fria na nossa cara, revelou que o autoexame não traz benefícios — afirma o médico Ruffo de Freitas Júnior, diretor da Escola Brasileira de Mastologia (braço de ensino e pesquisa da Sociedade Brasileira de Mastologia).
Confiar no autoexame e ignorar a mamografia não é apenas uma medida ultrapassada. É também perigosa.
Enquanto a mamografia acusa nódulos ainda minúsculos, a partir de 4 milímetros de diâmetro, o autoexame só detecta caroços já grandes, com mais de 1,5 centímetro. O risco é o de o tumor ser descoberto quando está em estágio avançado e as chances de cura são menores.
Freitas Júnior aponta outro problema do autoexame:
— É como se o médico delegasse à mulher a imensa responsabilidade de detectar uma doença que pode matá-la. O autoexame a deixa extremamente ansiosa.
O autoexame começou a ser ensinado às mulheres por médicos americanos nos anos 50, época em que o mamógrafo não existia (surgiria na década seguinte) e boa parte das pacientes chegava aos serviços de saúde com tumores grandes e inoperáveis. Dos EUA, o autoexame ganhou o mundo.
Pesquisas
A conduta mudou no final dos anos 90. O divisor de águas foram duas pesquisas realizadas separadamente, uma na China e a outra na Rússia. Os cientistas acompanharam, ao todo, 390 mil mulheres. Metade havia sido instruída a fazer o autoexame com regularidade; metade não havia recebido orientação. Ao cabo de uma década, para surpresa dos pesquisadores, os dois grupos tiveram o mesmo índice de mortalidade. O autoexame se mostrou incapaz de evitar as mortes.
O médico sanitarista e epidemiologista Arn Migowski, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esclarece que, apesar de todos os problemas, o autoexame não está proibido de todo:
— As mulheres podem e devem conhecer o próprio corpo. Assim, elas percebem quais alterações da mama são naturais, como as provocadas pelo ciclo menstrual, e quais não são naturais e podem indicar algum problema que precisa ser avaliado pelo médico.
A maior incidência do câncer de mama se dá na faixa que vai dos 50 aos 69 anos.
Na rede pública, a recomendação é que as mulheres se submetam ao exame físico das mamas anualmente a partir dos 40 anos. A mamografia, de dois em dois anos, começa aos 50.
Na rede privada, adota-se outro protocolo. Elas costumam passar pelo exame físico e pela mamografia de ano em ano a partir dos 40 anos. O raio X dos seios não é indicado antes dessa idade.
De todos os cânceres, o de mama é o que mais mata mulheres. Pelas estatísticas oficiais, 12.700 brasileiras morreram por causa da doença em 2010.
Para a médica mastologista Angela Trinconi, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), falta hoje uma campanha pela mamografia tão forte quanto foi aquela de Cássia Kiss pelo autoexame. Ela, porém, ressalva que essa medida sozinha não reduziria as mortes porque a rede pública ainda tem limitações que atrasam a detecção e o tratamento:
— A mulher que sente um nódulo na mama percorre um caminho demorado: dois meses para marcar a consulta no posto de saúde, dois meses para agendar a mamografia, dois meses para receber o resultado, dois meses para marcar o retorno ao posto e mais dois meses para se consultar com o médico especialista em mama. É quase um ano, tempo demais para quem tem câncer. E me refiro ao que, em geral, ocorre no estado de São Paulo, que é referência nacional em saúde. No restante do país, a situação por vezes é mais crítica.
No Brasil, das mulheres diagnosticadas com câncer de mama, 60% terão sobrevivido ao final de cinco anos, segundo o Inca. No Japão, 85%. O tratamento nos dois países é o mesmo. A diferença é que, no Brasil, uma parcela expressiva das mulheres só descobre a doença quando ela está em estágio avançado.
Ricardo Westin— Examinando os seus seios a cada 30 dias, você pode descobrir caroços, alterações no formato ou perda de líquido. Câncer da mama: a cura pode estar em suas mãos — ela diz.
A mensagem foi repetida e replicada de forma extraordinária. Os brasileiros até hoje, 25 anos depois, veem o autoexame como a melhor maneira de descobrir o tumor. No mês passado, uma das hashtags mais repetidas no Facebook e no Twitter foi #autoexame — em apoio ao Outubro Rosa, uma campanha mundial sobre a necessidade da detecção precoce do câncer de mama.
Apesar das boas intenções, os internautas estão equivocados. Confiar no autoexame é uma medida já ultrapassada. Valia para a época em que Cássia Kiss gravou o anúncio. Hoje, o que os médicos recomendam como métodos capazes de detectar precocemente o câncer são o exame físico (feito por um médico ou enfermeiro) e a mamografia (o raio X dos seios).
— A medicina avançou e, como se tivesse jogado um balde de água fria na nossa cara, revelou que o autoexame não traz benefícios — afirma o médico Ruffo de Freitas Júnior, diretor da Escola Brasileira de Mastologia (braço de ensino e pesquisa da Sociedade Brasileira de Mastologia).
Confiar no autoexame e ignorar a mamografia não é apenas uma medida ultrapassada. É também perigosa.
Enquanto a mamografia acusa nódulos ainda minúsculos, a partir de 4 milímetros de diâmetro, o autoexame só detecta caroços já grandes, com mais de 1,5 centímetro. O risco é o de o tumor ser descoberto quando está em estágio avançado e as chances de cura são menores.
Freitas Júnior aponta outro problema do autoexame:
— É como se o médico delegasse à mulher a imensa responsabilidade de detectar uma doença que pode matá-la. O autoexame a deixa extremamente ansiosa.
O autoexame começou a ser ensinado às mulheres por médicos americanos nos anos 50, época em que o mamógrafo não existia (surgiria na década seguinte) e boa parte das pacientes chegava aos serviços de saúde com tumores grandes e inoperáveis. Dos EUA, o autoexame ganhou o mundo.
Pesquisas
A conduta mudou no final dos anos 90. O divisor de águas foram duas pesquisas realizadas separadamente, uma na China e a outra na Rússia. Os cientistas acompanharam, ao todo, 390 mil mulheres. Metade havia sido instruída a fazer o autoexame com regularidade; metade não havia recebido orientação. Ao cabo de uma década, para surpresa dos pesquisadores, os dois grupos tiveram o mesmo índice de mortalidade. O autoexame se mostrou incapaz de evitar as mortes.
O médico sanitarista e epidemiologista Arn Migowski, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esclarece que, apesar de todos os problemas, o autoexame não está proibido de todo:
— As mulheres podem e devem conhecer o próprio corpo. Assim, elas percebem quais alterações da mama são naturais, como as provocadas pelo ciclo menstrual, e quais não são naturais e podem indicar algum problema que precisa ser avaliado pelo médico.
A maior incidência do câncer de mama se dá na faixa que vai dos 50 aos 69 anos.
Na rede pública, a recomendação é que as mulheres se submetam ao exame físico das mamas anualmente a partir dos 40 anos. A mamografia, de dois em dois anos, começa aos 50.
Na rede privada, adota-se outro protocolo. Elas costumam passar pelo exame físico e pela mamografia de ano em ano a partir dos 40 anos. O raio X dos seios não é indicado antes dessa idade.
De todos os cânceres, o de mama é o que mais mata mulheres. Pelas estatísticas oficiais, 12.700 brasileiras morreram por causa da doença em 2010.
Para a médica mastologista Angela Trinconi, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), falta hoje uma campanha pela mamografia tão forte quanto foi aquela de Cássia Kiss pelo autoexame. Ela, porém, ressalva que essa medida sozinha não reduziria as mortes porque a rede pública ainda tem limitações que atrasam a detecção e o tratamento:
— A mulher que sente um nódulo na mama percorre um caminho demorado: dois meses para marcar a consulta no posto de saúde, dois meses para agendar a mamografia, dois meses para receber o resultado, dois meses para marcar o retorno ao posto e mais dois meses para se consultar com o médico especialista em mama. É quase um ano, tempo demais para quem tem câncer. E me refiro ao que, em geral, ocorre no estado de São Paulo, que é referência nacional em saúde. No restante do país, a situação por vezes é mais crítica.
No Brasil, das mulheres diagnosticadas com câncer de mama, 60% terão sobrevivido ao final de cinco anos, segundo o Inca. No Japão, 85%. O tratamento nos dois países é o mesmo. A diferença é que, no Brasil, uma parcela expressiva das mulheres só descobre a doença quando ela está em estágio avançado.
Jornal do Senado.
FUTEBOL
Aconteceu na noite de ontem (4) a eleição da nova diretoria da Associação Sportiva Sociedade Unida (ASSU). A eleição foi realizada na sede da Liga Açuense de Desportos (LAD), no estádio Edgarzão.
Cerca de trinta associados/torcedores estiveram presentes ao processo eleitoral, conduzido com competência pelo contador João Batista Barbosa, o João Barata, que presidiu a comissão eleitoral.
Comissão eleitoral / Foto: Samuel Junior
Foto: Samuel Junior
Os eleitos: Dailson (direita) e Júnior do Galeto / Foto: Samuel Junior
Eleitos e torcedores / Foto: Samuel Junior
Dailson assina termo de posse / Foto: Samuel Junior
Parabéns aos eleitos! O Rabiscos do Samuel Junior disponibiliza espaço para divulgação das atividades do Camaleão do Vale!
Postado por Rabiscos do Samuel Nário.
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