segunda-feira, 6 de maio de 2013

CAUSOS


Renato Caldas cheio de graça

Renato, de manhã cedinho estando na praça Getúlio Vargas, é surpreendido por certo cidadão embriagado, dizendo: - "Seu Renato. Eu sou macho, de família de gente braba do Piató (distrito do município assuense), que não abre pra homem nenhum! Diga aí uma pessoa da minha família ‘arrochada’, que o senhor conhece?" Renato sem nem pestanejar, respondeu: - "Sua mãe!”

Renato, ao chegar à cidade de Rio de Janeiro, logo procurou um hotel. O proprietário daquela hospedaria logo advertiu: - “Moço. O Senhor fique sabendo que aqui só tem um banheiro.” Renato pegou a chave e, logo que deixou sua bagagem no quarto saiu para comprar um pinico (aparelho usado em substituição ao vaso sanitário). No primeiro comércio que chegou, encontrou a mercadoria que desejava comprar, dizendo pro vendedor de tal modo: - "Eu quero Aquele pinico.” Apontando com o dedo indicador pro produto que se encontrava visível. -“O nome daquilo ali não é pinico, não! É nordestino!” Disse o vendedor: - “Pois eu quero, - disse Renato que, ao pagar e receber aquele objeto, soltou essa: - “Amigo. Hoje à noite eu vou encher este ‘nordestino’ de carioca!”.
Renato nos idos de trinta, numa certa viagem de trem que fizera, salvo engano, de Angicos, interior potiguar, com destino à cidade do Natal, fumava inveteradamente. Naquele transporte, sentado de frente para ele, Renato, certa jovem que se encontrava grávida, em dia de parir, se encontrava de pernas arreganhadas, no dizer popular. Se dirigiu a ele com a seguinte advertência:- "O senhor tá fumando muito. Dá pra apagar o cigarro! Não é por mim, não! É por conta desse inocente!" Disse aquela mulher alisando a barriga. Renato afagou agenitália e respondeu da mesma forma: - "A senhora dá pra fechar as pernas! Não é por mim, não! É por conta desse inocente!"
ILUSTRAÇÃO - MULHER BUCHUDA 
Escultura de Verônica Amorim da Silva.
Imburana, 25 cm de altura
Renato, na época da construção da Ponte Felipe Guerra, sobre o rio Piranhas ou Açu (ele trabalhou na construção daquela ponte construída pelo DNOCS). Pois bem, certa pessoa que morava a margem daquele rio, convidou Renato para o seu casamento. No instante das comemorações, dos comes e bebes, um dos convivas pediu a Renato para fazer uma saudação aos noivos. E Renato ao terminar a sua oração, saiu-se com essa: - “Tomara que o noivo não encontre um solo explorado!” Para risos dos circunstantes.
Sai prá lá, olho gordo! (Charge Alpino)
Postado por Fernando Caldas

MESTRADO


UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN
CAMPUS AVANÇADO WALTER DE SÁ LEITÃO – CAWSL
DEPARTAMENTO DE LETRAS
MESTRADO PROFISSIONAL EM LETRAS – PROFLETRAS – UNIDADE ASSU
INSCRIÇÕES PARA SELEÇÃO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM LETRAS
(Língua Portuguesa – 1º ao 9º ano)
PERIODO DE INSCRIÇÕES (Somente on line): De 22 de abril a 20 de maio de 2013
Exame de seleção: 16 de junho de 2013

Vagas: 10 vagas para a unidade UERN/Assu
INFORMAÇÕES E FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO:
No link Comperve/UFRN:http://www.comperve.ufrn.br/conteudo/posgraduacao/profletras/201301/informacoes.php
Edital: http://www.comperve.ufrn.br/conteudo/posgraduacao/profletras/201301/edital.php
Programa de estudos: http://www.comperve.ufrn.br/conteudo/posgraduacao/profletras/201301/programas.php

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO:
1. Ser portador de diploma de curso superior de Licenciatura em Letras, habilitação em Português, devidamente registrado no Ministério da Educação;
2. Ser professor de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental (1º ao 9º ano), em Escola da Rede Pública de Ensino do Brasil, regularmente admitido e pertencente ao quadro permanente de servidores;
3. Estar ministrando aula de Língua Portuguesa em qualquer ano do Ensino Fundamental (1º ao 9º ano).

Atenciosamente,
Profª. Cássia de F. M. dos Santos - kssiamatos@gmail.com
Coordenadora do ProfLetras/UERN – Unidade Assu

BOM SENSO


Por estes dias aconteceu algo de inusitado na cidade de Jirobe. Num é que um dos diretores da Cerval - Cooperativa que atua no setor de laticínios - resolveu questionar a suspensão do pró labore de todos os sócio diretores (suspensão aprovada pela maioria da diretoria), e ainda achando pouco, resolveu que estava na hora de substituir o presidente da cooperativa, como se este fosse 'um menino levado que precisa ser castigado'.

Geeennnte, né brinquedo não!!! Apesar de estarmos em pleno seculo XXI ainda encontramos pessoas que acreditam estar acima do bem e do mal e que, portanto, não podem ter seus interesses contrariados. Saannguuueende...!!!

Sabidamente, a Cerval é uma cooperativa que possui patrimônio solido e que tem uma diretoria eleita em assembleia (portanto, democraticamente) e que a administra com acuidade.

Sabidamente 'também se sabe' que há alguns meses ficou decidido (também democraticamente) que a Cerval iria suspender seus trabalhos em virtude da escassez de matéria prima (LEITE) para a feitura de seus produtos e que para manter o patrimônio físico e humano da cooperativa inabalável, demitiria-se os funcionários (manteria o minimo necessário) e suspenderia o pagamento do pro labore dos sócios diretores. Maas um dos diretores não concordou de perder seu rico salarinho e resolveu sugerir nomes para substituir o atual presidente (engraçado que ele não sugeriu o nome dele).

Será que esse sócio-diretor queria que a Cerval continuasse a funcionar, entrasse no vermelho, tivesse que desfazer de seu patrimônio, atrasasse salario de funcionários... apenas para que ele não ficasse sem receber sua mesada. Será?

Cá prá nós, pro labore não é salario e seu valor 'vareia'. Sem leite, sem produção, como que diabos se paga pro labore fixo? Ah tá, mudando a presidência da Cerval se encontrará leite e daí... se paga pro labore. Beeemmm... será que em marte tem algum estoque de leite e o sócio-diretor já encontrou um meio de traze-lo, mas só contará o segredo a um presidente novo? Huuum...

- Vamos concordar, a seca dizimou parte do nosso rebanho bovino e a decisão da Cerval (maioria de sua diretoria) foi pra lá de razoável: manter o patrimônio físico da cooperativa (em segurança), respeitar seus trabalhadores e cumprir os compromissos com seus fornecedores.

Aaahhh, cá prá nós de novo, esta tentativa esdruxula de puxar o tapete de Lourinaldo Soares (presidente da Cerval) mas parece tentativa de mudar pauta de discussão quando esta não está no agrado de alguém ou está prestes a desagradar outros alguens, né mesmo?

Postado por ana valquiria

domingo, 5 de maio de 2013

DESCASO

Por Eliana Lima - Tribuna do Norte

Triste fim de uma história que deveria se perpetuar

Mesmo reconhecido como valor histórico pela Fundação José Augusto, o patrimônio histórico-arquitetônico do município de Assu vem sendo destruído, sem a devida intervenção do poder público.

A situação de deterioração piora com a leniência do prefeito da cidade, Ivan Júnior (PP).

E pensar que Assu, por seu rico acervo de edificações representativas, já foi considerada em outrora a ‘metrópole do sertão potiguar’.

Entre os séculos XVII a XIX, foi uma das cidades mais desenvolvidas do Estado, servindo como ponto de apoio para o comércio entre Paraíba e Ceará.

No circuito da Praça São João Batista , concentra-se o quadrado que delimita o século passado, com a Igreja e seu casario.

Mas muitos dos casarios estão sendo dilapidados e fachadas mutiladas para dar vez a pontos comerciais.

Se o prefeito Ivan Jr. não toma providência, pode-se dizer que é conivente com a dilapidação do patrimônio histórico-arquitetônico do município, inclusive por não realizar, também, a devida manutenção.

Pecam também a Fundação José Augusto, os vereadores e o Ministério Público, por não tomarem as providências cabíveis,

Salvem a história de Assu!



CONSELHO


A edição deste sábado (04) do Diário Oficial do Estado republica, em face de incorreção detectada na vez anterior, ato administrativo do Governo do Estado que teve o caráter de constituir o Conselho Estadual de Educação (CEE) do RN.

A medida é firmada pela governadora Rosalba Ciarlini e pela secretária estadual de Educação e Cultura, Betânia Leite Ramalho.

Os ocupantes de cargo no referido colegiado representam a indicação da pasta e exercerão mandato por um período correspondente a quatro anos.

São eles: Maria Tereza de Morais, Maria de Fátima Pinheiro Carrilho, Magna França, padre João Medeiros Filho, Adilson Gurgel de Castro e Suzana Maria Cardoso da Costa Lima.

Postado por Pauta Aberta

HISTÓRIA DE MACAU

Em 1842, ele ainda morava na Ilha

Base do Cruzeiro da Ilha de Manoel Gonçalves
Não se sabe precisar quando a Ilha de Manoel Gonçalves estava totalmente coberta ou incapacitada para abrigar algum morador. Ninguém teve o cuidado de escrever sobre como se deu, de verdade, o desaparecimento da Ilha ao longo do tempo. Se alguma coisa foi escrita, por algum dos seus moradores, deve está ainda perdida e não chegou até nós. Não sabemos como era de fato a ilha, quantos foram seus moradores, que atividades eram exercidas nela. 

Quando José Alvares Lessa fez a descrição da Ilha de Manoel Gonçalves, em 1810, para o inventário de Domingos Afonso Ferreira e sua esposa, pouco coisa revelou. Quando da invasão, por corsários ingleses, em 1818, pouco coisa foi descrita na carta de João Martins Ferreira. 

Tenho feito vários artigos sobre a Ilha de Manoel Gonçalves, a partir dos registros da Igreja. Por eles tomamos conhecimento dos seus vários moradores. Hoje trazemos um registro de batismo feito em Touros , onde ficamos sabendo que em 1842, ainda morava gente por lá, embora eu tenha obtido um registro de batismo datado de novembro de 1843, nessa mesma ilha.Vejamos o registro de 1842.

Rita, branca, filha de José Ignácio de Miranda, já falecido e de sua mulher Josefina Ignácia de Miranda, moradores nesta Vila, nasceu aos seis de março de mil oitocentos e quarenta e dois, batizada no primeiro de julho do mesmo ano, nesta Matriz do Senhor Bom Jesus dos Navegantes, por mim que lhe administrei os sagrados óleos: padrinhos Jacinto João da Ora, e sua filha Rita Floriana de Miranda, moradores na Ilha de Manoel Gonçalves, por procuração que deles apresentaram Manoel Modesto Pereira do Lago e sua mulher Francisca das Chagas de Miranda, moradores nesta Vila, e para constar fiz este assento em que me assino. Antonio Camelo Valcácer, vigário aposentado.

Jacinto João da Ora consta da lista das pessoas que deixaram a Ilha de Manoel Gonçalves e fundou Macau, mas pelo registro acima, ainda permaneceu na dita ilha, pelo menos até 1842.

Postado por João Felipe 
Blog Hipotenusa

PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL

O Sítio Histórico de Natal é tema de Sessão Popular.